Tecnologia

Segurança Móvel A Evolução Necessária para Empresas

Nos últimos anos, a segurança de redes empresariais evoluiu significativamente, mas a crescente utilização de dispositivos móveis exige medidas de segurança adaptadas a seus padrões de operação únicos. O Samsung Knox se destaca nesse cenário, oferecendo um firewall que proporciona controle granular por aplicativo, permitindo que administradores de TI definam regras específicas para cada app, ao invés de aplicar políticas genéricas. Isso resulta em maior visibilidade e eficiência na resposta a incidentes, reduzindo o tempo de investigação de dias para horas.

Microsoft encerrará API EWS do Exchange Online em 2027

A Microsoft anunciou que a API Exchange Web Services (EWS) para o Exchange Online será descontinuada em abril de 2027, após quase 20 anos de operação. A partir de 1º de outubro de 2026, o acesso ao EWS será bloqueado por padrão, embora administradores possam manter temporariamente o acesso por meio de uma lista de permissões. A desativação final ocorrerá em 1º de abril de 2027, sem exceções. A Microsoft recomenda que os desenvolvedores migrem para a Microsoft Graph API, que já possui paridade de recursos com o EWS em muitos cenários. É importante ressaltar que a desativação afetará apenas ambientes do Microsoft 365 e Exchange Online, enquanto o EWS continuará funcionando em instalações locais do Exchange Server. A Microsoft também realizará testes temporários para identificar dependências ocultas antes do desligamento final e manterá os administradores informados por meio de notificações mensais. Essa mudança reflete a necessidade de alinhar as APIs com os requisitos modernos de segurança e confiabilidade.

Avast lança detector de deepfake para Windows que analisa vídeos em tempo real

A Avast, empresa de cibersegurança, anunciou uma atualização significativa para seu antivírus, incluindo o novo recurso Avast Deepfake Guard, que visa proteger os usuários contra fraudes envolvendo deepfakes. Essa tecnologia utiliza inteligência artificial para analisar vídeos em tempo real, identificando conteúdos manipulados que possam ser utilizados em golpes. A crescente utilização de deepfakes por golpistas representa uma ameaça séria, conforme destacado por Leena Elias, Chief Product Officer da Gen, que observa que esses conteúdos não são intrinsecamente prejudiciais, mas podem ser explorados para manipular e enganar as vítimas. A Avast registrou um aumento alarmante de 159.378 ocorrências de fraudes com deepfakes no último trimestre de 2025, com plataformas como YouTube, Facebook e X (antigo Twitter) sendo os principais alvos. A nova funcionalidade do Avast é uma resposta direta a esse cenário, buscando aumentar a conscientização dos usuários sobre a manipulação de conteúdo e incentivando decisões mais seguras ao consumir informações em vídeo.

Experimente o Super Bowl LX como um local com este VPN

Com a aproximação do Super Bowl LX em 2026, muitos espectadores fora dos Estados Unidos buscam maneiras de assistir ao evento com a mesma qualidade e experiência que os locais. O artigo destaca o NordVPN como a melhor opção para streaming, especialmente para acessar plataformas como Peacock e NBC. O autor, Rob Dunne, testou o NordVPN e constatou que ele oferece menos quedas de conexão e menos buffering em comparação com outros serviços, como Surfshark e Proton VPN. Os planos do NordVPN começam a partir de R$ 18,00 por mês, com uma garantia de reembolso de 30 dias, permitindo que os usuários experimentem o serviço sem riscos. Além de acesso a mais de 3.000 servidores nos EUA, o NordVPN também oferece proteção contra ameaças e um gerenciador de senhas. O uso de um VPN não só melhora a experiência de streaming, mas também garante segurança durante a transmissão do evento, especialmente em um contexto onde as interrupções comerciais e a análise especializada são altamente valorizadas. Para aqueles que buscam alternativas mais baratas, o artigo menciona Surfshark e PrivadoVPN, embora com algumas limitações em comparação ao NordVPN.

A importância da visibilidade em ambientes de nuvem para a cibersegurança

A migração para a nuvem, embora prometida como uma solução simples e segura, tem gerado novos desafios de segurança, como a criação de pontos cegos e superfícies de ataque. A visibilidade em tempo real é essencial para a defesa cibernética, especialmente em arquiteturas de múltiplas nuvens e ambientes híbridos. A padronização dos logs nativos da nuvem é complexa devido à diversidade de provedores, mas a telemetria de rede se destaca como uma solução eficaz, permitindo que analistas identifiquem padrões suspeitos rapidamente. O artigo enfatiza a importância de monitorar o tráfego de rede, incluindo comunicações internas e externas, e sugere o uso de ferramentas como o Corelight NDR para melhorar a detecção de ameaças. Além disso, destaca a necessidade de um fluxo de trabalho eficaz para coletar e analisar dados de telemetria, estabelecendo bases de referência e monitorando atividades suspeitas. A segurança em ambientes de nuvem requer a aplicação de princípios de rede tradicionais para garantir uma defesa robusta contra ataques cibernéticos, especialmente em um cenário onde os atacantes utilizam inteligência artificial para contornar controles de segurança.

Uma abordagem inovadora para a segurança de identidade

O artigo aborda a crescente complexidade da gestão de identidade e acesso (IAM) em ambientes corporativos modernos, onde a lógica de identidade se deslocou para aplicações, APIs e contas de serviço, criando o que é denominado ‘Matéria Escura de Identidade’. Essa situação gera riscos que não podem ser observados diretamente pelas ferramentas tradicionais de IAM, PAM e IGA. A Orchid Security propõe uma solução que consiste em um modelo operacional de quatro etapas: Descobrir, Analisar, Orquestrar e Auditar. A primeira etapa envolve a identificação do uso de identidade dentro das aplicações, seguida pela análise do risco com base no comportamento observado. A orquestração permite que as equipes de segurança atuem sobre as descobertas, integrando-se com controles existentes. Por fim, a auditoria contínua garante que os dados de identidade estejam sempre disponíveis, facilitando a preparação para auditorias. A abordagem da Orchid visa melhorar a visibilidade e reduzir a exposição a caminhos de acesso não gerenciados, permitindo que as equipes tomem decisões baseadas em dados verificados, em vez de suposições.

Microsoft desenvolve scanner para detectar backdoors em LLMs

A Microsoft anunciou o desenvolvimento de um scanner leve capaz de detectar backdoors em modelos de linguagem de grande escala (LLMs), visando aumentar a confiança em sistemas de inteligência artificial (IA). A equipe de segurança da IA da empresa identificou três sinais observáveis que podem indicar a presença de backdoors, mantendo uma baixa taxa de falsos positivos. Esses sinais incluem padrões de atenção distintos em respostas a frases de gatilho, a memorização de dados de envenenamento e a ativação de backdoors por gatilhos ‘fuzzy’. O scanner não requer treinamento adicional e pode ser aplicado em modelos comuns, mas tem limitações, como a incapacidade de funcionar em modelos proprietários. A Microsoft também está expandindo seu Ciclo de Vida de Desenvolvimento Seguro (SDL) para abordar preocupações de segurança específicas da IA, reconhecendo que sistemas de IA criam múltiplos pontos de entrada para inputs inseguros. Essa inovação é um passo significativo para a detecção prática de backdoors, mas a colaboração na comunidade de segurança da IA é essencial para o progresso contínuo.

Nova ferramenta da Apple limita localização no iPhone e iPad

A Apple anunciou uma nova ferramenta de privacidade que permitirá aos usuários de iPhones e iPads limitar a precisão dos dados de localização compartilhados com redes móveis. A funcionalidade, chamada ‘Limitar Localização Precisa’, estará disponível na atualização do iOS 26.3 e permitirá que as operadoras identifiquem apenas a localização aproximada do usuário, como o bairro, em vez do endereço exato. Essa mudança visa aumentar a privacidade dos usuários, embora os dados utilizados em situações de emergência permaneçam precisos. A nova opção pode ser ativada nas configurações do dispositivo, mas atualmente está disponível apenas em modelos específicos, como o iPhone Air, iPhone 16e e iPad Pro (M5) com Wi-Fi + Celular. A implementação dessa ferramenta depende do suporte das operadoras, com algumas já oferecendo a funcionalidade em países como Reino Unido, Estados Unidos e Tailândia, mas sem informações sobre sua disponibilidade no Brasil.

Microsoft integra Sysmon nativamente ao Windows 11

A Microsoft iniciou a implementação da funcionalidade Sysmon em sistemas Windows 11 que fazem parte do programa Windows Insider. O Sysmon, uma ferramenta gratuita da Microsoft Sysinternals, é um serviço de sistema e driver que monitora atividades maliciosas e suspeitas, registrando-as no Log de Eventos do Windows. Embora já fosse uma ferramenta popular para diagnóstico de problemas e caça a ameaças, sua instalação manual dificultava a gestão em ambientes de TI grandes. Com a nova integração, a funcionalidade Sysmon permite capturar eventos do sistema que auxiliam na detecção de ameaças, podendo ser configurada para monitorar comportamentos complexos, como criação de arquivos executáveis e alterações na área de transferência do Windows. Apesar de estar disponível nativamente, o Sysmon vem desativado por padrão e deve ser habilitado manualmente. As novas capacidades estão sendo disponibilizadas para usuários do Windows Insider nas versões Beta e Dev que instalaram as builds de pré-visualização mais recentes. Essa mudança promete facilitar a administração de segurança em ambientes corporativos, permitindo um monitoramento mais eficaz e centralizado das atividades do sistema.

Fundação Eclipse implementa checagens de segurança para extensões do VS Code

A Fundação Eclipse, responsável pelo Open VSX Registry, anunciou a implementação de checagens de segurança antes da publicação de extensões para o Visual Studio Code (VS Code). Essa mudança visa combater ameaças à cadeia de suprimentos, passando de uma abordagem reativa, que apenas remove extensões maliciosas após a publicação, para uma abordagem proativa. Christopher Guindon, diretor de desenvolvimento de software da fundação, destacou que a estratégia atual não é escalável diante do aumento do volume de publicações e da evolução dos modelos de ameaça. O Open VSX Registry tem sido alvo de ataques, como a recente exploração de uma conta de editor comprometida para distribuir atualizações maliciosas. As novas checagens pré-publicação buscarão identificar casos claros de imitação de nomes de extensões, credenciais acidentalmente publicadas e padrões maliciosos conhecidos. Embora a Microsoft já utilize um processo de verificação semelhante em seu Visual Studio Marketplace, a Fundação Eclipse planeja implementar essas checagens de forma gradual durante fevereiro de 2026, com o objetivo de aumentar a segurança e a confiança na plataforma. Essa iniciativa é crucial para proteger desenvolvedores e garantir um ecossistema mais seguro para extensões de código aberto.

Manual do folião como proteger celular e dados pessoais no Carnaval

Com a chegada do Carnaval, a preocupação com a segurança de celulares e dados pessoais aumenta, especialmente em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, onde ocorreram mais de 5 mil furtos em 2025. Cristiano Vicente, especialista em proteção de dados, oferece dicas valiosas para os foliões. O uso de smart tags e cadeados biométricos pode ajudar a localizar itens perdidos em tempo real. Além disso, optar por anéis de pagamento NFC e smartwatches para transações evita levar o celular, reduzindo o risco de furtos. Carregadores portáteis, especialmente os solares, são recomendados para garantir a autonomia do dispositivo durante a folia. Para aqueles que não vão aos bloquinhos, é essencial tomar cuidado ao comprar ingressos, evitando sites não oficiais e verificando a autenticidade dos vendedores. Vicente ressalta que, embora o Carnaval seja um momento de celebração, a atenção à segurança digital é fundamental para evitar prejuízos.

Gestão de Identidade para Agentes de IA Um Novo Desafio de Segurança

O artigo de Ido Shlomo, CTO e cofundador da Token Security, destaca a crescente presença de agentes de IA autônomos nas empresas e os riscos associados à sua gestão de identidade. Tradicionalmente, as organizações gerenciavam identidades de humanos e máquinas, mas os agentes de IA não se encaixam perfeitamente em nenhuma dessas categorias. Eles são adaptáveis, operam em alta velocidade e podem realizar ações sem supervisão humana, o que cria lacunas significativas na governança de identidade. A falta de visibilidade sobre esses agentes leva a um crescimento descontrolado de identidades, tornando-as alvos fáceis para atacantes. O artigo sugere que a gestão do ciclo de vida das identidades dos agentes de IA deve ser contínua e em tempo real, garantindo visibilidade, responsabilidade e o princípio do menor privilégio. Além disso, enfatiza a importância de descobrir e monitorar esses agentes para evitar riscos de segurança. A gestão eficaz das identidades dos agentes de IA é apresentada como uma solução para mitigar riscos sem comprometer a inovação nas organizações.

A Importância da Resiliência em Sistemas de Identidade na Nuvem

Recentes interrupções em serviços de nuvem, como AWS e Azure, destacam a vulnerabilidade das infraestruturas de identidade que dependem desses provedores. Quando serviços de autenticação e autorização falham, o impacto vai além da simples indisponibilidade; trata-se de um incidente crítico que pode paralisar operações de negócios e afetar a segurança. A arquitetura de identidade moderna, que utiliza componentes como datastores e balanceadores de carga, é suscetível a falhas em qualquer parte da cadeia de dependência. Isso revela um ponto único de falha que muitas organizações só percebem durante uma interrupção. Além disso, a abordagem tradicional de alta disponibilidade, que se concentra em failover regional, pode não ser suficiente, pois falhas em serviços compartilhados podem afetar múltiplas regiões simultaneamente. Para mitigar esses riscos, é essencial projetar sistemas de identidade resilientes, que reduzam a dependência de um único provedor e permitam operações limitadas durante interrupções. A gestão proativa da identidade deve ser uma prioridade para garantir a continuidade dos negócios e a segurança operacional.

Desmistificando o SOC Moderno Construir, Comprar ou Automatizar?

Atualmente, muitas equipes de segurança enfrentam um excesso de ferramentas e informações, resultando em um ambiente de trabalho caótico e ineficiente. O artigo destaca a sobrecarga que os Centros de Operações de Segurança (SOCs) enfrentam, onde promessas de ‘cobertura completa’ e ‘automação impulsionada por IA’ não se traduzem em melhorias reais. A sessão ao vivo proposta, liderada por Kumar Saurabh e Francis Odum, visa esclarecer as decisões críticas que os líderes de segurança devem tomar: o que construir internamente, o que adquirir de fornecedores e o que automatizar. Através de estudos de caso e uma análise comparativa de modelos de SOC, os participantes poderão obter uma visão prática e aplicável para simplificar operações e melhorar resultados. Com orçamentos encolhendo e ameaças crescendo, é essencial que as equipes de segurança repensem suas estratégias e adotem uma abordagem mais inteligente e eficiente para a gestão de riscos.

Mozilla permite desativar inteligência artificial no Firefox

A Mozilla anunciou uma nova seção de controles nas configurações do navegador Firefox, permitindo que os usuários desativem completamente as funcionalidades de inteligência artificial generativa (GenAI). Segundo Ajit Varma, chefe do Firefox, essa nova funcionalidade oferece um local único para bloquear tanto as características atuais quanto as futuras relacionadas à IA. Os usuários poderão gerenciar individualmente as configurações de IA, como traduções, descrições acessíveis em PDFs, agrupamento de abas aprimorado por IA, prévias de links e um chatbot na barra lateral. A implementação dessas funcionalidades está prevista para a versão 148 do Firefox, que será lançada em 24 de fevereiro de 2026. A Mozilla enfatiza a importância da escolha do usuário, permitindo que aqueles que não desejam utilizar recursos de IA possam desativá-los facilmente. O novo CEO da Mozilla, Anthony Enzor-DeMeo, reforçou o compromisso da empresa em ser uma companhia de software confiável, onde privacidade e uso de dados são claros e compreensíveis. Essa abordagem visa garantir que a IA seja sempre uma opção, e não uma imposição.

Mozilla permite desativar recursos de IA no Firefox a partir da versão 148

A Mozilla anunciou que a próxima versão do Firefox, a 148, permitirá que os usuários desativem completamente as funcionalidades de inteligência artificial (IA) ou gerenciem-nas individualmente. A nova opção ‘Bloquear melhorias de IA’ estará disponível a partir de 24 de fevereiro e permitirá que os usuários impeçam a utilização de recursos gerativos de IA no navegador. A decisão foi tomada em resposta ao feedback dos usuários, que expressaram preocupações sobre a integração da IA. O chefe do Firefox, Ajit Varma, destacou que a empresa está comprometida em oferecer escolhas aos usuários, permitindo que aqueles que desejam evitar a IA possam fazê-lo facilmente. Além de bloquear a IA, os usuários poderão gerenciar cinco funcionalidades específicas que utilizam IA, como traduções de navegador e geração de texto alternativo para imagens em PDFs. A configuração das preferências de IA será mantida mesmo após atualizações do navegador. A nova seção de controles de IA será inicialmente disponibilizada para usuários do Firefox Nightly, antes de ser liberada para todos os usuários de desktop. Essa mudança reflete a intenção da Mozilla de garantir que os usuários tenham controle sobre como a IA é utilizada em suas experiências de navegação.

Detecção de Ameaças Desafios e Soluções para Empresas de Médio Porte

As organizações de médio porte enfrentam um desafio constante em cibersegurança, equilibrando a necessidade de medidas proativas e preventivas com orçamentos limitados e equipes de TI enxutas. Muitas vezes, essas empresas dependem de um conjunto restrito de ferramentas de segurança, como proteção de endpoints e firewalls de rede, que operam de forma isolada, dificultando a extração de seu valor total. A Detecção e Resposta de Endpoints (EDR) é um exemplo de ferramenta que, embora presente em muitas plataformas, é subutilizada devido à falta de tempo e expertise das equipes. Uma abordagem mais sustentável envolve integrar prevenção, proteção, detecção e resposta ao longo do ciclo de vida da ameaça, utilizando plataformas de segurança que oferecem visibilidade abrangente e controles proativos. Soluções como o Bitdefender GravityZone permitem a centralização da gestão de segurança, enquanto serviços de Detecção e Resposta Gerenciada (MDR) oferecem monitoramento contínuo e resposta a incidentes, aliviando a carga operacional das equipes internas. A chave para melhorar a cibersegurança nas empresas de médio porte não está em adicionar mais ferramentas, mas em utilizar as existentes de forma mais eficaz.

Microsoft anuncia descontinuação do NTLM em favor do Kerberos

A Microsoft revelou um plano em três fases para descontinuar o uso do New Technology LAN Manager (NTLM), uma tecnologia de autenticação considerada obsoleta e vulnerável a ataques cibernéticos. O NTLM foi oficialmente descontinuado em junho de 2024 e não recebe mais atualizações, devido a sua suscetibilidade a ataques como replay e man-in-the-middle, conforme explicado por Mariam Gewida, Gerente de Programa Técnico II da Microsoft. Apesar de sua descontinuação, o NTLM ainda é amplamente utilizado em ambientes corporativos, muitas vezes devido a dependências legadas e limitações de rede, o que expõe as organizações a riscos de segurança. Para mitigar esses problemas, a Microsoft implementou uma estratégia que inclui auditorias aprimoradas do NTLM, a introdução de recursos como IAKerb e um Centro de Distribuição de Chaves local, e, finalmente, a desativação do NTLM por padrão nas próximas versões do Windows Server. Essa transição é vista como um passo importante em direção a um futuro sem senhas e mais resistente a phishing, exigindo que as organizações realizem auditorias e migrações para o Kerberos. A mudança visa garantir que o Windows opere em um estado seguro por padrão, priorizando alternativas de autenticação mais modernas e seguras.

O que é OSINT? Como dados públicos revelam sua vida para hackers

O artigo explora o conceito de OSINT (Inteligência de Código Aberto), que se refere à coleta e análise de dados disponíveis publicamente na internet, como redes sociais e sites governamentais. Embora essa prática possa ser utilizada para fins legítimos, como investigações e segurança cibernética, também apresenta riscos significativos, especialmente quando informações pessoais são expostas. O doxing, por exemplo, é uma prática criminosa que envolve a divulgação de dados privados sem consentimento, podendo levar a situações de chantagem e humilhação. O compartilhamento excessivo de informações pessoais, como fotos de viagens ou crachás de trabalho, pode facilitar ataques cibernéticos, pois criminosos podem usar esses dados para realizar engenharia social e fraudes. O artigo alerta para a necessidade de cautela ao compartilhar informações online, destacando que a intersecção de dados pode revelar muito mais do que o esperado. A privacidade na era digital é um paradoxo, pois, ao mesmo tempo em que os usuários desejam compartilhar suas vidas, eles abrem portas para potenciais ameaças. Portanto, é essencial que os indivíduos e empresas estejam cientes dos riscos associados ao OSINT e adotem práticas de segurança para proteger suas informações.

OpenAI anuncia aposentadoria do modelo GPT-4o e outros

A OpenAI confirmou a aposentadoria do modelo GPT-4o, considerado o mais popular entre os usuários, junto com outros modelos como GPT-5 Instant e GPT-5 Thinking. A decisão foi anunciada em um documento de suporte, onde a empresa explicou que a transição para o GPT-5.2, que atende às expectativas, motivou essa mudança. A aposentadoria está programada para 13 de fevereiro de 2026. O GPT-4o se destacou por sua abordagem mais pessoal e calorosa, o que levou a OpenAI a reintroduzi-lo após feedback negativo de usuários. Apesar de melhorias nas versões mais recentes, a preferência dos usuários pelo estilo conversacional do GPT-4o foi um fator importante na sua popularidade. Atualmente, apenas 0,1% dos usuários ainda optam pelo GPT-4o diariamente. A OpenAI também lançou a funcionalidade de Personalidade, que visa personalizar a experiência do usuário, alinhando-se ao estilo do GPT-4o. A empresa continua a trabalhar em melhorias de personalização e na integração de novas salvaguardas.

OpenAI inicia testes de anúncios no ChatGPT para usuários gratuitos e pagos

A OpenAI confirmou que está testando anúncios no ChatGPT, tanto para contas gratuitas quanto para as pagas de $8. A novidade já é visível em dispositivos Android, onde a empresa implementou uma experiência de onboarding em tela cheia para apresentar os anúncios aos usuários. Durante essa introdução, a OpenAI assegura que os anúncios não afetarão as respostas do ChatGPT e estarão claramente separados e rotulados. Embora a empresa não compartilhe informações pessoais com os anunciantes, o conteúdo da conversa atual pode influenciar os anúncios exibidos. Os usuários têm a opção de ocultar anúncios, entender o motivo de sua exibição e limpar dados relacionados a anúncios. Os anúncios são apresentados em um bloco rotulado como ‘Patrocinado’, e os usuários podem interagir com eles através de um menu de opções. A OpenAI também criou uma nova página de ‘Controles de Anúncios’ nas configurações, permitindo que os usuários gerenciem seu histórico e interesses. Importante ressaltar que os anúncios não aparecerão para usuários Plus, Pro, Business e Enterprise. A OpenAI reafirma seu compromisso com a privacidade, garantindo que as conversas dos usuários não serão compartilhadas com anunciantes e que nunca venderá dados de usuários.

Windscribe oferece soluções para usuários no Irã e Rússia diante de bloqueios de VPN

A Windscribe, provedora de VPN, anunciou novas funcionalidades para ajudar usuários no Irã e na Rússia a contornar as crescentes restrições de acesso à internet. A empresa está priorizando a implementação do protocolo AmneziaWG, que visa driblar técnicas avançadas de Inspeção Profunda de Pacotes (DPI) ao simular tráfego web comum. Recentemente, o governo iraniano iniciou um sistema de whitelist, restringindo o acesso a um número limitado de sites, o que torna o uso de VPNs ainda mais desafiador. A Windscribe está desenvolvendo um sistema adicional para combater essa nova abordagem de bloqueio. A empresa planeja lançar uma versão beta do aplicativo para Android e Windows, com a expectativa de que todos os usuários, incluindo os do serviço gratuito, tenham acesso às novas funcionalidades. O CEO da Windscribe, Yegor Sak, destacou que a equipe está trabalhando para garantir que as soluções sejam eficazes e acessíveis, especialmente em um momento crítico de censura na internet. A mudança para um sistema de whitelist no Irã e a evolução das técnicas de bloqueio na Rússia exigem que os provedores de VPN se adaptem rapidamente a essas novas ameaças.

Atualização KB5074105 da Microsoft corrige problemas no Windows 11

A Microsoft lançou a atualização cumulativa opcional KB5074105 para sistemas Windows 11, que inclui 32 alterações, como correções para problemas de login, inicialização e ativação. Essa atualização é parte de um ciclo mensal que permite que administradores testem correções de bugs e novas funcionalidades antes do lançamento oficial na Patch Tuesday do próximo mês. Embora não inclua correções de segurança, a atualização aborda questões conhecidas, como travamentos do Explorer.exe durante o primeiro login e falhas de inicialização do sistema. Além disso, melhorias foram feitas na funcionalidade de segurança do Windows Hello e na experiência de uso entre dispositivos, permitindo que atividades iniciadas em um celular Android possam ser continuadas no PC. Para instalar a atualização, os usuários devem acessar as configurações do Windows Update e verificar se há atualizações disponíveis. A Microsoft também anunciou que, a partir de janeiro de 2026, as atualizações do Windows Server terão identificadores separados para evitar confusões, além de simplificar os títulos das atualizações para facilitar a compreensão. Essas mudanças visam melhorar a clareza para administradores e usuários em geral.

Cibersegurança cresce 200 e supera vagas de barista no Reino Unido

A área de cibersegurança no Reino Unido está passando por um crescimento significativo, com um aumento de 194% no número de profissionais nos últimos quatro anos, conforme um relatório da Socura. O número de especialistas em segurança digital saltou de 28.500 para 83.700, superando a quantidade de arquitetos, veterinários e baristas. Essa expansão coloca a cibersegurança como a quinta profissão que mais cresce no país, atrás apenas de técnicos de pré-impressão, especialistas financeiros e contábeis, técnicos de construção e engenheiros civis. Apesar desse crescimento, a pesquisa destaca um problema de diversidade de gênero, com apenas 21% dos profissionais sendo mulheres, uma queda em relação a 24% há quatro anos. No entanto, a presença feminina na área de TI aumentou 163% entre 2021 e 2025. O relatório sugere que, atualmente, há um profissional de cibersegurança para cada 68 empresas no Reino Unido, evidenciando a crescente demanda por especialistas em um cenário de ameaças digitais cada vez mais complexas.

França abandona Zoom e Teams por Visio devido a preocupações de segurança

O governo francês anunciou a substituição das plataformas Microsoft Teams e Zoom pela ferramenta de videoconferência nacional chamada Visio. Essa mudança, prevista para ser implementada em todos os departamentos governamentais até 2027, visa reduzir a dependência de fornecedores de software estrangeiros, especialmente em um contexto de crescente preocupação com segurança, soberania de dados e vigilância estrangeira. A Visio, que já está em fase de testes e suporta cerca de 40 mil usuários, faz parte do plano Suite Numérique, que busca fornecer ferramentas de colaboração online exclusivamente para uso governamental. A plataforma é hospedada na nuvem soberana da Outscale, garantindo que todos os dados dos usuários permaneçam sob jurisdição francesa. Além disso, a Visio incorpora recursos de inteligência artificial, como transcrição de reuniões e diarização de falantes, desenvolvidos pela startup francesa Pyannote. O governo estima que a adoção da Visio pode resultar em economias significativas, com uma redução de aproximadamente 1 milhão de euros por ano para cada 100 mil usuários. Essa iniciativa reflete uma preocupação mais ampla na Europa sobre a dependência de infraestrutura de TI dos EUA, especialmente após interrupções significativas de serviços em nuvem no ano passado.

Google fortalece proteção contra roubo em dispositivos Android

O Google anunciou melhorias significativas nas funcionalidades de proteção contra roubo em dispositivos Android, visando tornar os smartphones menos vulneráveis a furtos. As novas medidas, que se baseiam nas defesas anti-furto já existentes desde outubro de 2024, incluem controles mais detalhados para o recurso de Bloqueio por Falha de Autenticação, que agora permite que os usuários ativem ou desativem a função de bloqueio automático após várias tentativas de acesso malsucedidas. Além disso, a empresa expandiu o recurso de Verificação de Identidade, que exige autenticação biométrica para ações realizadas fora de locais confiáveis, abrangendo agora todos os aplicativos que utilizam o Android Biometric Prompt.

Inteligência de Ameaças Protegendo Empresas de Downtime Operacional

O artigo destaca a importância da inteligência de ameaças na cibersegurança, especialmente para Chief Information Security Officers (CISOs). Em 2026, as empresas enfrentam riscos operacionais significativos devido a ciberataques, que vão além dos danos diretos. Para mitigar esses riscos, o texto sugere três passos estratégicos. Primeiro, é essencial focar nas ameaças reais que afetam o negócio atualmente, utilizando feeds de inteligência de ameaças atualizados e relevantes, como os oferecidos pela ANY.RUN, que permitem uma detecção precoce de ameaças e minimizam o risco de incidentes. Em segundo lugar, é crucial proteger os analistas de falsos positivos, que podem levar ao burnout e à ineficiência. A utilização de feeds com baixa taxa de falsos positivos melhora a produtividade da equipe de segurança. Por fim, o artigo enfatiza a necessidade de encurtar o tempo entre a detecção e a resposta a incidentes, utilizando informações contextuais que aceleram as investigações. Ao priorizar a inteligência de ameaças acionável, as empresas podem reduzir o tempo de resposta e melhorar a continuidade operacional.

Meta lança recurso de segurança para proteger usuários de alto risco no WhatsApp

A Meta iniciou a implementação de uma nova funcionalidade de segurança no WhatsApp, chamada ‘Configurações de Conta Rigorosas’, destinada a proteger jornalistas, figuras públicas e outros indivíduos em alto risco contra ameaças sofisticadas, como ataques de spyware. Essa nova camada de segurança complementa a criptografia de ponta a ponta já existente, oferecendo controles de privacidade extremos que podem ser ativados apenas a partir do dispositivo principal do usuário. Ao habilitar essa opção, os usuários terão suas contas protegidas por medidas rigorosas, como verificação em duas etapas, bloqueio de mídias e anexos de remetentes desconhecidos, silenciamento de chamadas de números não salvos, desativação de prévias de links e restrição de informações como ‘última vez visto’ e foto de perfil. A Meta enfatiza que essa funcionalidade é destinada a um número muito limitado de usuários que podem ser alvos de campanhas cibernéticas sofisticadas. A implementação gradual da funcionalidade ocorre em um contexto de crescente preocupação com a segurança digital, especialmente após casos de infecções por spyware, como o Pegasus, que afetaram jornalistas e ativistas. Além disso, a Meta está migrando para a linguagem de programação Rust para aumentar a proteção contra spyware. Essa iniciativa é um reflexo da necessidade de medidas de segurança mais robustas em um cenário de ameaças cibernéticas em constante evolução.

OpenAI inicia exibição de anúncios no ChatGPT nos EUA

A OpenAI anunciou que começará a exibir anúncios no ChatGPT para usuários com assinatura gratuita ou a de $8, mas os custos para anunciantes podem ser elevados. Embora a empresa não tenha revelado o preço exato, um relatório indica que a taxa pode chegar a até $60 por mil visualizações, o que é comparável ao custo de anúncios em transmissões ao vivo da NFL. Os anúncios aparecerão abaixo das respostas geradas pela IA, e a OpenAI garantiu que não usará informações pessoais dos usuários, incluindo dados de saúde, para treinar seus modelos de anúncios. Além disso, a empresa afirmou que os anúncios não influenciarão as respostas do ChatGPT. Os anunciantes receberão dados sobre impressões e visualizações, mas a OpenAI não divulgará quantos cliques os anúncios geram, o que pode ser um indicativo de uma taxa de cliques (CTR) baixa. Para evitar anúncios, os usuários podem optar pela assinatura do ChatGPT Plus, que custa $20. A implementação dos anúncios está prevista para as próximas semanas.

Meta implementa configurações de segurança no WhatsApp para usuários em risco

A Meta anunciou a adição de uma nova funcionalidade chamada ‘Configurações de Conta Rigorosas’ no WhatsApp, destinada a proteger usuários que podem ser alvos de ataques cibernéticos avançados, como jornalistas e figuras públicas. Essa funcionalidade, semelhante ao Modo de Bloqueio do iOS e à Proteção Avançada do Android, visa aumentar a segurança ao restringir algumas opções de conta e bloquear o recebimento de mídias e anexos de contatos desconhecidos. Ao ativar esse modo, os usuários podem silenciar chamadas de números não salvos e limitar outras configurações que podem comprometer sua segurança. A Meta também anunciou a adoção da linguagem de programação Rust em sua funcionalidade de compartilhamento de mídia, o que promete aumentar a segurança contra ataques de spyware. Essa mudança é parte de uma abordagem mais ampla para garantir a segurança dos usuários, minimizando a exposição a ataques e investindo em garantias de segurança para o código existente. A nova funcionalidade será disponibilizada gradualmente nas próximas semanas, e a Meta enfatiza que essas medidas são um passo importante na defesa contínua contra ameaças cibernéticas.

Gestão Contínua de Exposição a Ameaças Uma Nova Abordagem em Cibersegurança

As equipes de cibersegurança estão se afastando da análise isolada de ameaças e vulnerabilidades, buscando entender como essas interagem em seu ambiente real. A Gestão Contínua de Exposição a Ameaças (CTEM) é uma abordagem que se destaca nesse contexto, promovendo um ciclo contínuo de identificação, priorização e remediação de exposições exploráveis. Definida pela Gartner, a CTEM envolve cinco etapas: escopo, descoberta, priorização, validação e mobilização, visando melhorar a postura de segurança das organizações.

OpenAI testa atualização para o recurso de chat temporário do ChatGPT

A OpenAI está implementando uma atualização significativa para o recurso de chat temporário do ChatGPT, que permitirá aos usuários manter a personalização durante as conversas temporárias, enquanto ainda bloqueia a influência desse chat na conta principal. O chat temporário é uma funcionalidade que inicia uma conversa sem histórico, não utilizando memórias ou conversas anteriores, mesmo com a memória ativada. Com a nova atualização, o chat temporário poderá acessar preferências de personalização, como estilo e tom, mas essa função pode ser desativada a qualquer momento. Além disso, a OpenAI poderá manter uma cópia do chat por até 30 dias por motivos de segurança. Recentemente, a empresa também introduziu um modelo de previsão de idade, que pode restringir contas de usuários adultos que são erroneamente identificados como adolescentes, limitando suas interações em tópicos sensíveis. Embora as contas restritas ainda possam aprender e criar, elas não poderão discutir certos assuntos. A OpenAI alerta que seu modelo de IA não é infalível e pode levar a erros de classificação. Essas mudanças visam melhorar a experiência do usuário, mas também levantam questões sobre privacidade e segurança de dados.

Metadados O perigo invisível escondido nas suas fotos

O artigo aborda os riscos associados aos metadados presentes em fotos e documentos digitais, que podem comprometer a privacidade dos usuários. Metadados são informações ocultas que acompanham arquivos, como data, hora, modelo da câmera e até coordenadas de GPS. Esses dados podem ser utilizados por pessoas mal-intencionadas para rastrear a localização de indivíduos, facilitando casos de stalking e engenharia social. Embora plataformas como Instagram e Facebook removam metadados durante a publicação, o compartilhamento de arquivos originais via e-mail ou serviços de armazenamento pode expor informações sensíveis. O texto também oferece orientações sobre como visualizar e remover metadados em diferentes sistemas operacionais, destacando a importância de gerenciar essas informações para proteger a privacidade. Apesar de serem úteis para organizar arquivos, os metadados podem se tornar uma ameaça se não forem tratados com cautela.

Agentes de IA e os Desafios de Segurança nas Empresas

Os agentes de inteligência artificial (IA) estão transformando a forma como as empresas operam, aumentando a produtividade ao automatizar tarefas como agendamento de reuniões e acesso a dados. No entanto, essa rápida adoção levanta preocupações significativas de segurança, especialmente em relação à aprovação e responsabilidade pelo uso desses agentes. Diferente de usuários humanos ou contas de serviço tradicionais, os agentes de IA operam com autoridade delegada, permitindo-lhes agir em nome de múltiplos usuários sem supervisão contínua. Isso resulta em um fenômeno conhecido como ‘desvio de acesso’, onde os agentes acumulam permissões que podem exceder o que um usuário individual estaria autorizado a fazer. O artigo classifica os agentes de IA em três categorias: pessoais, de terceiros e organizacionais, sendo estes últimos os mais arriscados devido à falta de um proprietário claro e à possibilidade de ações não autorizadas. Para mitigar esses riscos, as organizações precisam redefinir a gestão de acesso, estabelecendo propriedade clara e mapeando como os usuários interagem com os agentes. A segurança dos agentes de IA deve ser tratada como uma prioridade, considerando seu potencial de criar caminhos de autorização que podem ser explorados maliciosamente.

AdGuard torna seu protocolo VPN TrustTunnel de código aberto

A AdGuard anunciou que seu protocolo VPN personalizado, TrustTunnel, agora é de código aberto. Este protocolo utiliza HTTP/2 e HTTP/3 sobre TLS para simular tráfego web normal, dificultando a detecção e o bloqueio por parte de provedores de internet e governos. Com o aumento da adoção de VPNs, as medidas de censura e bloqueio têm se tornado mais sofisticadas, levando provedores a aprimorar suas funcionalidades de resistência à censura. O TrustTunnel já está em uso nos aplicativos VPN da AdGuard e, ao ser disponibilizado como código aberto, permite que desenvolvedores auditem, modifiquem e integrem o protocolo em seus próprios projetos, aumentando a transparência e a confiança dos usuários. Além disso, o protocolo promete conexões mais rápidas e ininterruptas, permitindo que os usuários definam regras de roteamento específicas para diferentes aplicativos e sites. A AdGuard também lançou um aplicativo cliente para iOS e Android, permitindo que usuários avançados se conectem a seus servidores domésticos utilizando o TrustTunnel. Essa iniciativa é especialmente relevante em um contexto global de crescente censura, onde países como a Rússia criminalizam o uso de VPNs para contornar restrições.

Novos recursos de IA no Notepad e Paint do Windows 11

A Microsoft está implementando novas funcionalidades de inteligência artificial nas aplicações Notepad e Paint para usuários do Windows 11 que fazem parte do programa Insider. As atualizações, disponíveis nas versões Canary e Dev, trazem melhorias significativas. O Notepad, agora na versão 11.2512.10.0, introduz ferramentas de escrita, reescrita e resumo que geram resultados de forma mais rápida, permitindo que os usuários vejam prévias sem esperar pela resposta completa. Para acessar essas funcionalidades, é necessário fazer login com uma conta Microsoft. Além disso, o Notepad expande seu suporte a formatação leve com novas opções de sintaxe Markdown, como listas aninhadas e texto riscado.

Como o trabalho híbrido aumentou problemas de redefinição de senhas

O trabalho híbrido trouxe novos desafios para a gestão de senhas nas empresas, especialmente em relação às redefinições de senhas. Antes, quando todos trabalhavam no escritório, um funcionário que esquecesse suas credenciais poderia rapidamente resolver o problema com a equipe de TI. No entanto, com a mudança para um modelo híbrido, onde 51% dos trabalhadores remotos nos EUA atuam dessa forma, as redefinições de senhas se tornaram um fardo significativo. Estudos indicam que 40% das chamadas ao helpdesk são relacionadas a senhas, e a situação se agravou com a necessidade de mudanças mais frequentes de senhas por questões de segurança. Isso resulta em custos elevados para as organizações, estimados em cerca de $65.000 anuais apenas em redefinições de senhas. Além disso, a produtividade dos funcionários é severamente impactada, pois muitos ficam impossibilitados de trabalhar enquanto aguardam assistência. A solução proposta é a implementação de ferramentas de autoatendimento para redefinição de senhas, permitindo que os funcionários resolvam esses problemas de forma rápida e segura, sem depender da equipe de TI. Essa abordagem não só melhora a eficiência operacional, mas também reduz os custos associados às redefinições de senhas.

Plataformas de Avaliação de Exposição Uma Nova Abordagem em Cibersegurança

O artigo da Gartner destaca a emergência das Plataformas de Avaliação de Exposição (EAP), uma nova categoria que surge em resposta à ineficácia dos métodos tradicionais de Gestão de Vulnerabilidades (VM) na proteção de empresas modernas. A mudança para a Gestão Contínua de Exposição a Ameaças (CTEM) reflete a necessidade de uma abordagem mais integrada e dinâmica, que considera como as vulnerabilidades se interconectam e como os atacantes se movem entre os ativos.

A Revolução da Cibersegurança Como a IA Está Transformando MSSPs

Em 2026, os provedores de segurança gerenciados (MSSPs) enfrentam um desafio crescente: a quantidade excessiva de alertas e a escassez de analistas, enquanto os clientes exigem proteção de nível CISO com orçamentos de pequenas e médias empresas (PMEs). A solução para esse dilema pode estar na automação por inteligência artificial (IA), que promete revolucionar a entrega de serviços de segurança. Em vez de simplesmente adicionar mais analistas a cada novo cliente, a IA pode realizar avaliações, benchmarking e relatórios em minutos, permitindo que as equipes se concentrem em estratégias mais complexas. O caso de Chad Robinson, CISO da Secure Cyber Defense, ilustra essa mudança: ao implementar a plataforma de IA da Cynomi, sua equipe não apenas automatizou relatórios, mas também transformou analistas juniores em ‘CISOs virtuais’, aumentando a cobertura e a receita de serviços de consultoria. Os primeiros adotantes dessa tecnologia já estão observando ganhos significativos nas margens e ciclos de integração mais rápidos, sem a necessidade de aumentar a equipe. O artigo destaca a importância de adotar a IA para escalar negócios de segurança sem aumentar a folha de pagamento, enfatizando que os MSSPs que prosperarão em 2026 não serão necessariamente os maiores, mas os mais inteligentes.

Como assistir o Six Nations 2026 online com uma VPN

O Six Nations 2026 promete ser uma das edições mais competitivas do torneio, com seleções como França, Inglaterra e Irlanda se destacando. Os campeões atuais, França, possuem um elenco talentoso, enquanto a Inglaterra busca manter seu bom desempenho e a Irlanda deseja recuperar o título após uma temporada decepcionante. Itália e Escócia também devem ser levadas a sério, especialmente após a vitória da Itália sobre a Austrália. Para os fãs de rugby, muitos jogos serão transmitidos gratuitamente no Reino Unido, Irlanda e França, através de plataformas como BBC iPlayer, ITVX, RTÉ Player, Virgin Media Play e France TV. Para quem estiver fora desses países durante o torneio, o uso de uma VPN, como a NordVPN, é recomendado para acessar as transmissões como se estivesse em casa. Além disso, a VPN oferece proteção contra ameaças online, tornando-se uma ferramenta útil para quem viaja. A competição ocorrerá ao longo de seis semanas, com jogos programados para começar em fevereiro de 2026.

Google não planeja anúncios no Gemini, enquanto ChatGPT testa publicidade

Recentemente, a OpenAI começou a testar anúncios no ChatGPT nos Estados Unidos, tanto para usuários da conta gratuita quanto para assinantes do plano Go, que custa US$ 8 por mês. Em contraste, o CEO da Google DeepMind, Demis Hassabis, afirmou que o Gemini, a nova plataforma de inteligência artificial da Google, não terá anúncios por enquanto. Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Hassabis comentou que achou interessante a decisão da OpenAI de introduzir anúncios tão cedo, sugerindo que isso pode ser uma estratégia para aumentar a receita. O ChatGPT planeja implementar anúncios em breve, mas apenas para usuários gratuitos e do plano Go, enquanto as contas pagas, como Plus e Pro, permanecerão livres de publicidade. Os anúncios aparecerão apenas quando houver produtos ou serviços patrocinados relevantes ao tema da conversa, e os usuários poderão entender o motivo da exibição do anúncio e fornecer feedback. No entanto, não haverá anúncios em discussões sobre saúde, saúde mental ou política. Essa movimentação levanta questões sobre a monetização de plataformas de IA e suas implicações para os usuários e o mercado.

Navegador ChatGPT Atlas testa nova funcionalidade de vídeos

O navegador ChatGPT Atlas, baseado em Chromium, está testando uma nova funcionalidade chamada “Ações”, que permite ao ChatGPT entender vídeos, especialmente do YouTube. Com essa atualização, os usuários podem ver um botão de “Timestamps” que facilita a extração de informações temporais diretamente para a barra lateral do navegador. Essa integração permite que os usuários façam perguntas e recebam assistência sem precisar alternar entre abas, tornando a experiência de navegação mais fluida e interativa. Além disso, o Atlas pode lembrar o contexto das páginas visitadas, caso a opção de “memórias do navegador” esteja ativada, o que é útil para tarefas como comparação de anúncios de emprego. A nova atualização também trouxe melhorias na estabilidade e na usabilidade, corrigindo um bug que causava uso excessivo de memória e aprimorando as sugestões de perguntas quando a barra lateral do ChatGPT está fechada. A OpenAI planeja lançar o Atlas para Windows 11 em breve, ampliando ainda mais seu alcance. Essas inovações podem impactar a forma como os usuários interagem com informações online, mas não apresentam riscos diretos de segurança.

Microsoft lança PowerToys 0.97 com nova ferramenta para múltiplos monitores

A Microsoft lançou a versão 0.97 do PowerToys, que inclui uma nova ferramenta chamada CursorWrap, projetada para facilitar o uso de múltiplos monitores. Essa funcionalidade permite que o cursor do mouse ’teleporte’ para a borda oposta do monitor ativo, eliminando a frustração de arrastar o cursor por longas distâncias. O CursorWrap é compatível com configurações de 1 a 9 monitores, ajustando-se à disposição lógica dos displays. Além disso, a atualização trouxe melhorias significativas para o Command Palette, um lançador rápido que permite aos usuários buscar e executar comandos sem navegar por menus. Agora, é possível controlar outras ferramentas do PowerToys diretamente pelo Command Palette, além de visualizar arquivos e pastas sem sair da interface. A Microsoft também integrou uma nova página de Personalização, permitindo que os usuários ajustem a interface do Command Palette com imagens de fundo e tonalidades de cor. O PowerToys, que começou como um conjunto de ferramentas freeware na era do Windows 95, foi revitalizado em 2019 como um pacote de utilitários de código aberto, disponível na Microsoft Store e no GitHub.

ALOHA reduz tempo de análise de ciberataques de semanas para horas

O Laboratório Nacional do Noroeste do Pacífico (PNNL) dos Estados Unidos desenvolveu um sistema inovador chamado ALOHA, que utiliza inteligência artificial para emular ameaças digitais de forma mais eficiente. Com essa nova ferramenta, o tempo necessário para recriar ataques e testar defesas foi reduzido de meses para apenas algumas horas. O ALOHA, que se baseia no modelo de linguagem Claude, automatiza a emulação de ameaças e gera até 20 táticas diferentes a partir de um malware original, permitindo que pesquisadores identifiquem vulnerabilidades e testem novas defesas de maneira mais rápida e eficaz. Essa inovação é especialmente relevante em um cenário onde a cibersegurança se tornou uma corrida armamentista entre hackers e organizações. O uso de IA generativa já é uma prática comum, mas o ALOHA promete otimizar ainda mais esse processo, ajudando equipes de segurança a responderem rapidamente a novas ameaças. A ferramenta também se integra com a plataforma Caldera, da MITRE, que já realiza parte desse trabalho, mas de forma mais lenta e detalhada. Com a crescente complexidade dos ataques cibernéticos, a implementação de soluções como o ALOHA pode ser um divisor de águas na proteção de sistemas críticos.

Como assistir The Fall and Rise of Reggie Dinkins online

O novo sitcom esportivo ‘The Fall and Rise of Reggie Dinkins’, estrelado por Tracy Morgan e Daniel Radcliffe, estreou no dia 18 de janeiro de 2026, após o NFL, e já está disponível para streaming gratuito no CTV, no Canadá. A série segue Reggie Dinkins, um jogador de futebol em decadência que busca redenção. O episódio piloto recebeu críticas mistas, com alguns elogiando o humor e outros criticando o ritmo lento. Para os fãs fora do Canadá, é possível assistir ao programa utilizando uma VPN, como a NordVPN, que permite contornar bloqueios geográficos. Nos Estados Unidos, os episódios são transmitidos pela NBC e ficam disponíveis no Peacock no dia seguinte, com uma assinatura a partir de $7,99 por mês. No Reino Unido e na Austrália, ainda não há datas de lançamento confirmadas. A série promete abordar temas de superação e confrontação com o passado, com um elenco que inclui Erika Alexander e Bobby Moynihan.

Falha na comunicação Por que executivos não compram ferramentas para SOCs

As equipes de segurança enfrentam o desafio de detectar e responder a ataques em tempo real, frequentemente utilizando ferramentas que não escolheram e fluxos de trabalho que não foram projetados para lidar com ameaças reais. Um webinar ao vivo, promovido pela BleepingComputer, contará com a participação de Adrian Sanabria e David Girvin, da Sumo Logic, e abordará como alinhar as prioridades executivas com as operações de segurança. O evento, intitulado “Falha na comunicação: Por que executivos não compram ferramentas para SOCs”, discutirá a desconexão entre as decisões de compra de plataformas e as realidades operacionais. Muitas vezes, a seleção de ferramentas ignora as necessidades práticas dos defensores de linha de frente, resultando em fadiga de alertas e fluxos de trabalho ineficientes. A Sumo Logic, uma plataforma de análise e segurança nativa da nuvem, busca simplificar a complexidade e extrair sinais reais de ferramentas barulhentas, enfatizando automação e visibilidade. O webinar oferecerá estratégias para melhorar a avaliação das ferramentas, medir o valor operacional real e fortalecer a colaboração entre executivos e praticantes. Os participantes aprenderão sobre as capacidades essenciais que as equipes de segurança realmente dependem e como extrair valor das ferramentas já existentes.

OpenAI oferece ChatGPT Plus gratuitamente por tempo limitado

A OpenAI anunciou uma oferta temporária que permite que alguns usuários ativem o ChatGPT Plus gratuitamente por um mês. Este plano, que normalmente custa $20 por mês nos Estados Unidos, é uma das três opções de assinatura disponíveis, que incluem também o ChatGPT Go a $8 e o ChatGPT Pro a $200. O ChatGPT Plus é ideal para tarefas que exigem raciocínio mais profundo, como redação, edição de documentos, aprendizado e pesquisa, além de análise de dados. Em comparação com o ChatGPT Go, o Plus oferece limites mais altos para mensagens, uploads de arquivos e memória, permitindo que o modelo lembre mais detalhes de conversas anteriores. A oferta é válida apenas para alguns usuários e pode ser cancelada a qualquer momento antes da renovação automática após um mês. Além disso, as versões gratuitas e Go começarão a exibir anúncios nas próximas semanas, o que pode impactar a experiência do usuário. O artigo também menciona um relatório sobre o orçamento de CISO para 2026, que pode ser relevante para líderes de segurança que buscam entender como priorizar investimentos em cibersegurança.

ChatGPT Go Novo plano acessível com recursos expandidos

O ChatGPT Go, uma nova oferta da OpenAI, agora está disponível para usuários nos Estados Unidos e custa apenas $8, um valor significativamente menor que o plano ChatGPT Plus, que é de $20. Inicialmente restrito a países em desenvolvimento, o ChatGPT Go permite que os usuários façam upload de arquivos, criem imagens e acessem o modelo GPT 5.2 Instant com limites de uso ampliados. Além disso, oferece janelas de memória e contexto mais longas, permitindo que o modelo lembre-se de interações anteriores. No entanto, o ChatGPT Go não possui capacidades de raciocínio e é limitado ao modelo GPT 5.2 Instant, ao contrário do ChatGPT Plus, que permite acesso a modelos mais avançados e é voltado para tarefas que exigem raciocínio profundo. Existe também um plano ChatGPT Pro, que custa $200 por mês e oferece acesso total ao modelo mais poderoso, GPT-5.2 Pro, além de recursos adicionais. Para evitar anúncios, os usuários precisam assinar um dos planos pagos. A OpenAI também está implementando práticas de segurança para o novo protocolo Model Context Protocol (MCP), que conecta modelos de linguagem a ferramentas e dados, destacando a importância da segurança em serviços emergentes.

A Vulnerabilidade das Plataformas SaaS em Cibersegurança

Nos últimos anos, a dependência de provedores de SaaS (Software as a Service) e soluções em nuvem tem se mostrado arriscada para empresas que buscam resiliência cibernética. O modelo de ‘Shared Responsibility’ (Responsabilidade Compartilhada) entre as empresas e os provedores de serviços em nuvem não garante proteção total dos dados, como evidenciado por um aumento significativo nos incidentes de segurança. Em 2024, plataformas populares de DevOps, como GitHub e Jira, enfrentaram 502 incidentes, resultando em mais de 4.755 horas de inatividade. Em 2025, esse número saltou para 156 incidentes críticos, com mais de 9.255 horas de degradação de desempenho. A falta de uma estratégia de proteção de dados em múltiplas camadas e a dependência de backups nativos criam um ponto único de falha, expondo as empresas a riscos financeiros e operacionais significativos. Além disso, a pressão durante as interrupções pode levar a práticas inseguras, como o uso de Shadow IT, aumentando ainda mais os riscos de segurança. Para as empresas brasileiras, a situação é crítica, pois a inatividade pode resultar em perdas financeiras substanciais e danos à reputação, exigindo uma reavaliação das estratégias de cibersegurança e continuidade de negócios.

Governança em escala é essencial para IA nas organizações

A inteligência artificial (IA) se tornou uma parte integral das operações empresariais, automatizando processos e auxiliando na tomada de decisões. No entanto, à medida que a IA acessa dados sensíveis e executa ações, ela se transforma em um vetor de risco potencial. Pesquisas da Tenable indicam que a IA pode ser manipulada para facilitar ataques internos, utilizando técnicas como injeção indireta de instruções. Isso altera a abordagem tradicional de segurança, que se focava apenas em invasões externas. A popularização de ferramentas no-code, que permitem que mais colaboradores criem agentes de IA, aumenta a exposição a riscos, como vazamentos de dados e fraudes financeiras. Para mitigar esses riscos, é crucial que as lideranças empresariais respondam a três perguntas fundamentais sobre o uso da IA em suas organizações. A governança deve ser proporcional ao impacto, envolvendo práticas como mapeamento de ferramentas, classificação de dados e monitoramento de interações. A maturidade em IA será medida não pela rapidez de adoção, mas pela capacidade de controle e segurança na sua implementação.