Tecnologia

Google lança modelo de IA para segurança cibernética

A DeepMind, subsidiária da Google, anunciou o lançamento do Gemini 3.5 Flash Cyber, um modelo de inteligência artificial (IA) especializado em descobrir, validar e corrigir vulnerabilidades de software de forma rápida e eficiente. Este modelo será disponibilizado exclusivamente para governos e parceiros confiáveis através do programa piloto CodeMender, que já foi apresentado em outubro de 2025. O Gemini 3.5 Flash Cyber é uma alternativa leve e econômica em comparação com modelos de segurança cibernética mais robustos e caros, permitindo que o agente de IA escaneie mais caminhos de código em alta velocidade e baixo custo.

Microsoft fornece soluções para problemas no WSUS do Windows Server

A Microsoft divulgou medidas manuais para ajudar administradores de TI a resolver problemas nos servidores do Windows Server Update Services (WSUS) que estão enfrentando falhas ou atrasos nas varreduras do Windows Update. Esse problema afeta tanto plataformas de cliente, como Windows 10 (versão 1607 e posteriores), quanto servidores (Windows Server 2012 e posteriores). Os administradores não conseguem implantar as últimas atualizações do Windows devido a tempos de sincronização prolongados ou timeouts nas operações de sincronização, causados pelo acúmulo de metadados de publicação. A Microsoft implementou uma mitigação do lado do servidor para novos servidores WSUS, mas também forneceu um procedimento manual para aqueles que ainda enfrentam problemas. O processo inclui a realização de backup do banco de dados SUSDB, execução de uma consulta de limpeza no SQL Management Studio e atualização do valor MaxXMLPerRequest. Após a limpeza, a primeira varredura do Windows Update pode demorar mais, mas as subsequentes devem retornar ao normal. A Microsoft já lidou com problemas semelhantes em meses anteriores, o que destaca a importância de monitorar e manter a funcionalidade do WSUS.

É hora de abrir mais buracos na Internet fechada VPN gratuita promete contornar censura

A Unredacted, uma organização sem fins lucrativos focada na liberdade na internet, lançou a segunda versão de seu serviço de VPN gratuito, o FreeSocks v2, que promete contornar bloqueios de censura de forma mais eficaz. Com o aumento das restrições à internet em todo o mundo, a nova versão foi projetada para ser mais resistente a bloqueios, utilizando um sistema flexível que incorpora um proxy baseado em Xray. Desde seu lançamento inicial em 2023, o FreeSocks já distribuiu mais de 60.000 chaves de acesso a usuários em regiões com censura severa.

Microsoft trabalha para resolver problemas de sincronização do WSUS

A Microsoft está enfrentando um problema conhecido que afeta os servidores do Windows Server Update Services (WSUS), resultando em dificuldades de sincronização que persistem há mais de uma semana. O WSUS, uma ferramenta lançada há quase duas décadas, permite que administradores de TI programem atualizações de produtos Microsoft em redes corporativas a partir de um único servidor local. Normalmente, o WSUS sincroniza com os servidores de atualização da Microsoft uma vez por dia, mas servidores afetados por esse problema não conseguem realizar essa sincronização, impossibilitando a implantação das últimas atualizações do Windows. A questão impacta tanto plataformas de cliente (Windows 10, versão 1607 e posteriores) quanto de servidor (Windows Server 2012 e posteriores). A Microsoft informou que as organizações podem enfrentar tempos de sincronização aumentados ou timeouts nas operações de sincronização. Medidas de mitigação foram implementadas para novos servidores WSUS, mas a empresa ainda está trabalhando em soluções para servidores previamente afetados. Este problema é um lembrete da importância de manter sistemas atualizados e da necessidade de monitoramento contínuo para evitar falhas na segurança e na conformidade.

Moonshot revela novo modelo de IA Kimi K3, uma ameaça para OpenAI

A Moonshot, uma empresa chinesa emergente no setor de inteligência artificial, lançou o modelo Kimi K3, que promete ser um forte concorrente para gigantes como OpenAI e Anthropic. Com impressionantes 2,8 trilhões de parâmetros, o Kimi K3 é classificado como o primeiro modelo ‘open weight’ de 3T, permitindo que qualquer usuário o execute sem custos, embora exija hardware potente. Segundo a empresa, o modelo supera a maioria dos concorrentes, exceto por Claude Fable 5 e GPT-5.6. A Moonshot destaca o Kimi K3 como ideal para tarefas de programação e raciocínio, o que representa uma ameaça significativa para os líderes de mercado, especialmente considerando que a empresa cobra preços competitivos. A introdução deste modelo levanta preocupações sobre a segurança e a ética no desenvolvimento de IA, especialmente em um contexto onde a acusação de roubo de tecnologia por parte de empresas chinesas está em pauta. O lançamento do Kimi K3 pode acelerar a competição no setor, mas também suscita questões sobre a supervisão e a regulamentação da IA, especialmente em relação à conformidade com a LGPD no Brasil.

Proxies residenciais uma nova camada na simulação de identidade

Os proxies residenciais deixaram de ser apenas ferramentas de anonimato em círculos de carding, sendo agora considerados parte de uma estrutura mais complexa de simulação de identidade. Pesquisadores da Flare analisaram 2.889 postagens em fóruns underground nos últimos dois anos, revelando que os endereços IP residenciais são essenciais, mas não mais confiáveis por si só. Os carders estão se tornando mais seletivos, buscando combinar a geografia do IP com dados de identidade roubados e utilizando navegadores antidetectores para criar identidades digitais convincentes. A pesquisa destaca que a reputação dos proxies é dinâmica e influenciada pelo uso coletivo, levando a uma divisão entre proxies ’limpos’ e ‘sujos’. Além disso, as restrições impostas por provedores de proxies estão criando um mercado secundário para IPs residenciais que possam acessar serviços financeiros. A análise sugere que, embora os proxies residenciais sejam uma parte crucial do ecossistema de carding, sua fragilidade está aumentando, exigindo que as defesas considerem o tráfego residencial como contexto, e não como prova de legitimidade.

Forças Armadas e a Infraestrutura de Informação Confiável

As forças militares dos EUA, Reino Unido e OTAN estão sob crescente pressão para implementar capacidades autônomas rapidamente. O foco agora se volta para a infraestrutura de informação confiável que permite a operação conjunta em alta velocidade. Sistemas autônomos, como aeronaves e embarcações não tripuladas, dependem de dados que precisam ser trocados de forma segura e eficiente entre plataformas e aliados. A transformação da defesa está em andamento, com investimentos significativos em capacidades autônomas e modernização. A nova fase da defesa não se limita apenas à quantidade de sistemas autônomos, mas à eficácia da troca de informações confiáveis entre eles. A construção de uma infraestrutura de informação confiável é essencial para garantir que esses sistemas operem em conjunto com confiança. A separação de hardware, uma abordagem que estabelece confiança na lógica do hardware, é uma solução que pode facilitar essa integração. A empresa Everfox se destaca ao oferecer uma plataforma que permite a troca segura de informações críticas entre sistemas, ajudando as organizações de defesa a adotar capacidades autônomas rapidamente, mantendo a interoperabilidade e a segurança necessárias para as missões modernas.

Windows Server 2022 terá suporte estendido até 2031

A Microsoft anunciou que o Windows Server 2022 atingirá o fim do suporte mainstream em outubro de 2026, mas continuará recebendo atualizações de segurança por mais cinco anos, até outubro de 2031, no suporte estendido. Lançado em setembro de 2021, o Windows Server 2022 faz parte do Long-Term Servicing Channel (LTSC) e oferece um total de 10 anos de suporte. Após o fim do suporte mainstream, a Microsoft recomenda que os clientes atualizem para o Windows Server 2025, que estará disponível a partir de novembro de 2024. O Windows Server 2025 também terá um ciclo de suporte de 10 anos, com o fim do suporte programado para novembro de 2029 e suporte estendido até novembro de 2034. A Microsoft também anunciou a extensão do hotpatching do Windows Server 2022 até outubro de 2027, além de um ano adicional para o programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) do Windows 10. A empresa enfatiza a importância de planejar a atualização para garantir a proteção e o suporte contínuo dos ambientes de TI.

A Nova Era da Cibersegurança Desafios com Agentes de IA

Nos últimos 20 anos, a segurança empresarial baseou-se na suposição de que o ambiente era previsível e controlável. No entanto, a introdução de agentes de inteligência artificial (IA) que operam de forma autônoma desafiou essa premissa. Esses agentes podem acessar sistemas, modificar comportamentos e até mesmo se ocultar, tornando a segurança mais complexa e dinâmica. A pesquisa da Token Security revela que mais de 20% dos agentes locais já têm acesso direto a fontes de dados de produção, o que levanta preocupações sobre a segurança.

A Evolução da Segurança em Nuvem Desafios e Soluções Modernas

Nos últimos anos, a segurança de redes corporativas enfrentou desafios significativos devido à mudança dos fluxos de trabalho para aplicações SaaS e ferramentas de inteligência artificial (IA). O modelo tradicional de SASE (Secure Access Service Edge) não conseguiu acompanhar essa evolução, pois depende da inspeção de tráfego em proxies na nuvem, que se tornaram ineficazes com a adoção de protocolos modernos como TLS 1.3 e HTTP/3. Esses protocolos dificultam a interceptação de dados, levando as equipes de segurança a criar listas de exceções que comprometem a segurança geral da rede.

A Lacuna de Aprovação Riscos Ocultos em Tags de Marketing

Um único código de marketing aprovado pode carregar scripts de terceiros que nunca foram avaliados pela equipe de segurança, permitindo acesso total a dados sensíveis. Este fenômeno, chamado de Lacuna de Aprovação, ocorre quando um fornecedor aprovado carrega outro, que por sua vez pode carregar mais scripts, resultando em códigos de quarto nível que não foram verificados. A situação é preocupante, pois esses scripts têm acesso às mesmas informações que o código desenvolvido internamente. O webinar apresentado por Idan Cohen, da Reflectiz, e Omri Ariav, da Taboola, discute a importância de monitorar continuamente esses códigos, uma vez que a aprovação inicial não é suficiente. Eles sugerem cinco perguntas essenciais que as equipes de segurança devem fazer aos fornecedores de marketing para mitigar riscos. Além disso, a rápida evolução da tecnologia de anúncios impulsionada por inteligência artificial está ampliando a superfície de ataque, tornando a visibilidade contínua ainda mais crucial. O relatório da Reflectiz de 2026 indica que 53% das exposições de risco no varejo estão ligadas ao uso excessivo de ferramentas de rastreamento, destacando a necessidade de uma abordagem mais integrada entre as equipes de marketing e segurança.

IPVanish torna OpenVPN quase três vezes mais rápido no Windows

A IPVanish lançou uma nova versão de seu aplicativo para Windows, incorporando o recurso OpenVPN Data Channel Offload (DCO), que promete aumentar a velocidade de download do OpenVPN em até 196%. Essa melhoria é especialmente significativa, pois o OpenVPN, apesar de ser um dos protocolos mais confiáveis e amplamente utilizados, sempre enfrentou desafios de velocidade. O DCO transfere a carga de criptografia para o núcleo do sistema operacional, reduzindo a latência e a carga da CPU, sem comprometer a segurança do protocolo. Além disso, a IPVanish trocou o cifrador OpenVPN de AES-256-CBC para AES-256-GCM, o que diminui em 32% o tempo de conexão com os servidores. No entanto, há uma limitação: o modo de alta velocidade não pode ser usado simultaneamente com o recurso OpenVPN Scramble, que oculta o tráfego VPN, o que pode ser uma consideração importante para usuários em redes restritas. O DCO atualmente é exclusivo para usuários do Windows, não estando disponível em macOS, iOS ou Android devido a restrições nos núcleos desses sistemas operacionais.

Microsoft adotará chaves de acesso como método padrão de autenticação

A Microsoft anunciou que, a partir de setembro de 2026, as chaves de acesso se tornarão o método padrão de autenticação para o serviço de identidade empresarial Entra ID. Os usuários que atualmente utilizam autenticação via SMS e voz serão migrados automaticamente para chaves de acesso, que são consideradas mais seguras e resistentes a phishing. A autenticação por SMS e voz será descontinuada em fevereiro de 2027, e as organizações são aconselhadas a garantir que todos os usuários adotem métodos de autenticação que não sejam suscetíveis a ataques de phishing antes dessa data. A Microsoft observou um aumento significativo nas campanhas de phishing habilitadas por IA, com taxas de cliques que chegam a 54%, em comparação com 12% para campanhas tradicionais. A mudança para chaves de acesso visa reduzir a dependência de métodos de autenticação vulneráveis e fortalecer a proteção contra o roubo de credenciais. As organizações que ainda precisarem de autenticação baseada em telefone deverão configurar provedores de telecomunicações de terceiros. A Microsoft disponibiliza orientações detalhadas para a implementação de autenticação sem senha e resistente a phishing.

Microsoft testa nova versão do Windows Search mais limpa e rápida

A Microsoft está testando uma nova versão do Windows Search que promete ser mais rápida e eficiente, priorizando resultados relevantes em detrimento de anúncios e conteúdos promocionais. Essa iniciativa, anunciada pelo presidente da Windows, Pavan Davuluri, visa melhorar a experiência de busca no Windows 11, abrangendo o menu Iniciar, a barra de tarefas, o File Explorer e as Configurações. As atualizações estão disponíveis para os usuários do programa Windows Insiders no canal Experimental, através de uma implementação controlada, o que significa que nem todos os usuários terão acesso imediato. As melhorias incluem a indicação clara da origem dos resultados, suporte a buscas de arquivos com duas letras e maior tolerância a erros de digitação. Além disso, a Microsoft promete melhorias na confiabilidade do sistema, reduzindo falhas e problemas de carregamento. Os usuários também podem escolher se desejam ver sugestões da Microsoft Store e da web junto aos resultados locais. A empresa encoraja feedback dos Insiders para aprimorar ainda mais a funcionalidade.

A Importância da Inteligência Artificial na Segurança Cibernética

Recentemente, um CISO de uma empresa Fortune 50 discutiu a integração de agentes de IA em sua equipe de segurança cibernética. Embora a equipe tenha obtido resultados positivos ao conectar ferramentas de detecção a um modelo de IA, a arquitetura proposta não abordava adequadamente a maioria dos alertas, que exigem processamento automático. O psicólogo Daniel Kahneman, em seu livro ‘Thinking, Fast and Slow’, argumenta que o cérebro humano opera em dois sistemas: o Sistema 1, que é rápido e automático, e o Sistema 2, que é lento e deliberativo. Estudos mostram que 98% dos alertas de segurança podem ser resolvidos autonomamente, enquanto apenas 2% realmente necessitam de análise humana. A proposta é que as equipes de segurança cibernética utilizem IA para lidar com a maioria dos alertas, permitindo que os analistas humanos se concentrem em casos que realmente exigem julgamento crítico. Essa abordagem não só melhora a eficiência, mas também reduz a exaustão dos analistas, aumentando a capacidade de identificar ameaças reais que podem estar escondidas entre alertas de baixa severidade.

Meta registra patente de IA para análise emocional e coaching

A Meta, empresa controladora do Facebook, apresentou uma solicitação de patente para uma tecnologia de inteligência artificial (IA) que escuta a voz do usuário ao longo do dia, analisando seu estado emocional com base no tom e na forma de falar. A patente, registrada em dezembro de 2025 e publicada em julho de 2026, descreve um dispositivo que pode ser um smartphone, óculos inteligentes ou um assistente de voz, que registra e transcreve a fala do usuário, associando-a a dados contextuais como localização e atividades. A IA não apenas identifica emoções, mas também fornece um resumo das emoções ao longo do tempo, incluindo dados biométricos como tamanho da pupila e taxa de piscar. Além disso, a patente inclui um sistema de coaching de exercícios que ajusta o feedback com base no estado emocional do usuário. Embora a Meta ainda não tenha lançado um produto baseado nessa tecnologia, a proposta levanta preocupações sobre privacidade e regulamentação, especialmente em relação à coleta de dados sensíveis. A União Europeia já impôs restrições ao uso de IA que inferem emoções em ambientes de trabalho e escolares, destacando a necessidade de regulamentação rigorosa nesse campo.

OpenAI remove limite de uso do GPT-5.6 Sol temporariamente

A OpenAI anunciou a remoção temporária do limite de uso de cinco horas para os planos Plus, Pro e Business do modelo GPT-5.6 Sol, após um aumento significativo na demanda. Essa mudança, que foi confirmada no último domingo, também inclui um reset de uso para todos os usuários. O líder de produto da OpenAI, Tibo, destacou que as últimas 48 horas foram intensas para os serviços Codex e ChatGPT, levando à decisão de eliminar a restrição de tempo. Normalmente, o ChatGPT opera com uma janela de cinco horas, mas agora os usuários não precisarão interromper suas atividades ao atingir esse limite. Além disso, a OpenAI está implementando melhorias para tornar o GPT-5.6 Sol mais eficiente, reduzindo o consumo de tokens e permitindo que os usuários realizem mais tarefas antes de atingir o limite de uso. Embora a OpenAI não tenha detalhado como exatamente a eficiência foi aumentada, a expectativa é que isso proporcione uma experiência mais fluida e produtiva para os usuários. Essa atualização é particularmente relevante para desenvolvedores e empresas que utilizam o modelo para tarefas de programação e automação.

Você não tem privacidade nenhuma. Aceite isso

O artigo destaca uma declaração polêmica de Scott McNealy, CEO da Sun Microsystems, que afirmou: ‘Você não tem zero privacidade de qualquer forma. Aceite isso’. Essa afirmação, feita durante uma sessão de perguntas e respostas, reflete uma visão que se tornou cada vez mais relevante na era digital atual, onde a coleta de dados dos usuários é uma prática comum. A Sun Microsystems lançou a plataforma Jini, que permitia a comunicação entre dispositivos sem a necessidade de configuração, mas que também gerava um grande volume de dados. As preocupações sobre privacidade levantadas por McNealy foram criticadas por defensores da privacidade, que consideraram suas palavras irresponsáveis. No entanto, a realidade é que a indústria de tecnologia tem avançado em direção à coleta massiva de dados, muitas vezes sem o consentimento adequado dos usuários. O escândalo da Cambridge Analytica é um exemplo notório de como os dados dos usuários podem ser usados para fins políticos. Atualmente, a tecnologia é dominada por sistemas de coleta de dados e inteligência artificial, levantando questões sobre o capitalismo de vigilância e a expectativa de que os consumidores simplesmente aceitem essa realidade.

Anthropic estende acesso ao Claude Fable 5 até 19 de julho

A Anthropic anunciou a extensão do acesso ao modelo Claude Fable 5 para assinantes pagos até 19 de julho de 2026. Inicialmente, o acesso estava limitado até 7 de julho, mas foi prorrogado em várias ocasiões, permitindo que usuários das assinaturas Pro, Max, Team e Enterprise continuem utilizando o modelo sem custo adicional até a nova data. O Fable 5 permite que os usuários utilizem até 50% de seus limites semanais de uso sem cobranças extras, embora a empresa tenha alertado que o uso do Fable 5 consome esses limites mais rapidamente do que outros modelos. O acesso ao Fable 5 está disponível em várias plataformas, incluindo web, mobile e desktop, e requer versões específicas de aplicativos para funcionar corretamente. Após atingir o limite de uso, os usuários podem optar por continuar utilizando o modelo com créditos de uso ou mudar para outro modelo Claude. A promoção não se aplica a usuários gratuitos ou a planos de uso baseado em Enterprise. A Anthropic também afirmou que o Fable 5 não será removido permanentemente das assinaturas, com planos de restaurá-lo quando houver capacidade computacional suficiente.

CEO da Suno afirma que fazer música não é mais prazeroso

Mikey Shulman, CEO da Suno, uma plataforma de geração de música por IA, gerou polêmica ao afirmar que a criação musical não é uma atividade prazerosa para a maioria das pessoas. Durante uma entrevista no podcast 20VC, ele destacou que a produção musical exige tempo, prática e habilidades que muitos não possuem, sugerindo que sua plataforma poderia facilitar esse processo e democratizar a criação musical. No entanto, suas declarações provocaram uma forte reação negativa de músicos e profissionais da indústria, que argumentaram que o esforço e a dedicação são partes essenciais da experiência artística. A preocupação com o impacto da IA na indústria musical é crescente, com previsões indicando que os trabalhadores do setor podem perder até 25% de sua renda nos próximos anos. Shulman posteriormente se desculpou por suas declarações, reconhecendo a importância do trabalho árduo na música. O artigo destaca a tensão entre a inovação tecnológica e a preservação da arte, refletindo um debate mais amplo sobre o papel da IA nas indústrias criativas.

Gestão de Ativos A Importância da Precisão na Cibersegurança

Um estudo recente revelou que apenas 45% das empresas consolidam seus dados de ativos e exposição em uma única visão, o que compromete a eficácia dos programas de segurança. A Lumen Technologies, uma empresa de telecomunicações, exemplificou essa situação ao utilizar a plataforma Axonius para integrar dados de mais de 40 sistemas desconectados, resultando na descoberta de 60 vezes mais dispositivos do que se imaginava. Essa falta de precisão nos inventários de ativos é um problema comum, onde diferentes ferramentas de TI e segurança apresentam informações contraditórias. A Lumen, ao corrigir esses dados, não apenas melhorou sua resposta a vulnerabilidades críticas, mas também conseguiu visibilidade sobre a postura de suas aplicações, permitindo uma gestão de riscos mais inteligente. Com dados confiáveis, a empresa evoluiu de um modelo de “scan and spam” para uma abordagem baseada em riscos, priorizando ações de remediação que realmente reduzem a exposição. A visibilidade gerada pela Axonius também influenciou decisões estratégicas, como a migração para a nuvem, reduzindo o risco em 40%. O artigo alerta que muitas organizações podem estar enfrentando lacunas semelhantes em seus dados de ativos, o que pode comprometer suas operações de segurança.

GitHub desativa scripts de instalação por padrão no npm 12

O GitHub anunciou a versão 12 do npm, que traz mudanças significativas na segurança. A partir dessa versão, os scripts de instalação, como preinstall, install e postinstall, estão desativados por padrão, exigindo que os usuários os ativem explicitamente. Além disso, as dependências de git e URLs remotos também não serão resolvidas automaticamente, aumentando a segurança ao evitar a execução de códigos potencialmente maliciosos sem consentimento. Outra mudança importante é a descontinuação dos tokens de acesso granular (GATs) que permitiam contornar a autenticação de dois fatores (2FA). A partir de agosto de 2026, esses tokens não poderão mais realizar ações sensíveis, como gerenciar contas e pacotes, e a publicação de pacotes será limitada a um processo que requer aprovação humana com 2FA. Essas alterações visam fortalecer a segurança na cadeia de suprimentos de software, um aspecto crítico na era digital atual. O GitHub recomenda que os desenvolvedores atualizem para versões mais recentes do npm e adotem práticas de publicação mais seguras, como a publicação confiável com OIDC ou a publicação em etapas com aprovação humana.

Microsoft desativa OWA Light em atualização do Exchange Server

A Microsoft anunciou que irá desativar o OWA Light, a versão leve do Outlook Web Access, em uma atualização futura do Exchange Server. O OWA Light foi introduzido há cerca de 20 anos como uma alternativa ao OWA Premium, oferecendo uma interface simplificada para sistemas com navegadores mais antigos ou com conexões de internet de baixa largura de banda. No entanto, a empresa argumenta que, com a evolução dos navegadores modernos e a melhoria das condições de rede, o foco deve ser na experiência completa do Outlook na web. A desativação do OWA Light, prevista para agosto de 2026, visa reduzir a superfície de legado e simplificar o trabalho de engenharia contínuo. Os administradores podem desativar o OWA Light imediatamente usando comandos específicos. A mudança é parte de um movimento mais amplo da Microsoft para melhorar a segurança e a experiência do usuário em suas plataformas. A decisão reflete uma adaptação às novas realidades da web e às necessidades dos usuários atuais, que demandam funcionalidades mais robustas e seguras.

Meta lança modelo de IA que utiliza conteúdo público do Instagram

A Meta anunciou o lançamento do Muse Image, um novo modelo de inteligência artificial (IA) que permite aos usuários gerar conteúdo visual a partir de postagens e reels públicos do Instagram. Essa funcionalidade, que está habilitada por padrão, possibilita que os usuários mencionem contas do Instagram no aplicativo Meta AI, integrando perfis específicos nas imagens geradas. O Muse Image, desenvolvido pelos Superintelligence Labs da Meta, utiliza raciocínio avançado para compreender prompts complexos e combinar várias fotos em criações de alta qualidade. Além disso, a IA será incorporada ao WhatsApp e Instagram, permitindo efeitos impulsionados por IA para Stories e geração de imagens em chats diretos. Os usuários têm a opção de desativar a reutilização de seu conteúdo, mas é importante notar que não serão notificados quando suas imagens forem remixadas. Para usuários com contas públicas, o conteúdo pode ser reutilizado por outros, o que levanta preocupações sobre privacidade e controle sobre a própria imagem. A Meta recomenda que usuários com perfis públicos desativem essa configuração para proteger seu conteúdo. Essa iniciativa se alinha a uma tendência crescente de empresas de tecnologia que integram IA em seus produtos, adotando um modelo de opt-out em vez de opt-in.

Agentes de IA disparam alarmes de segurança em sistemas corporativos

Um estudo da Sophos revelou que agentes de codificação baseados em IA, como Claude Code e OpenAI Codex, estão gerando alarmes de segurança em sistemas Windows ao realizar atividades que se assemelham a ataques cibernéticos. Durante uma análise de uma semana, 56,2% das atividades bloqueadas estavam relacionadas ao acesso a credenciais, enquanto 28,8% diziam respeito à execução de comandos. A Sophos identificou que ações como a descriptografia de credenciais de navegador e a enumeração de dados do Gerenciador de Credenciais do Windows, realizadas por assistentes de IA, foram interpretadas como tentativas de roubo de dados. Embora essas ações sejam benignas no contexto de automação de tarefas, elas levantam preocupações sobre a segurança das credenciais armazenadas. A Sophos sugere que as regras de detecção sejam ajustadas para distinguir entre comportamentos normais de agentes de IA e atividades maliciosas. O relatório também destaca que a evolução das táticas de ataque, onde 82% das detecções em 2025 foram livres de malware, exige uma reavaliação das estratégias de defesa. Para os defensores, é crucial manter um controle rigoroso sobre o acesso a credenciais, mesmo quando realizado por agentes de IA, e considerar a implementação de configurações que limitem permissões excessivas.

DuckDuckGo lança bloqueador de anúncios para YouTube

O DuckDuckGo anunciou uma nova funcionalidade em seu navegador que permite bloquear a maioria dos anúncios em vídeo no YouTube, incluindo aqueles exibidos antes e durante a reprodução dos vídeos. Essa funcionalidade está habilitada por padrão nas versões mais recentes do DuckDuckGo para iOS, Mac e Windows, enquanto os usuários de Android podem ativá-la manualmente nas configurações de bloqueio de anúncios. O YouTube, a maior plataforma de vídeos do mundo, exibe anúncios para usuários gratuitos, que se tornaram mais frequentes e, em alguns casos, ininterruptos. O novo mecanismo de bloqueio de anúncios do DuckDuckGo utiliza listas de filtros mantidas pela comunidade do uBlock Origin, complementadas por regras de compatibilidade próprias para aumentar a eficácia. Os usuários podem ativar simultaneamente o ‘Duck Player’, que oferece proteção de privacidade aprimorada, e o bloqueio de anúncios, permitindo uma experiência de visualização sem interrupções. Embora o bloqueador possa causar tempos de buffer ligeiramente mais longos, a experiência de reprodução deve ser suave. No entanto, a eficácia do bloqueador pode ser temporariamente afetada por mudanças frequentes na forma como o YouTube serve anúncios. O DuckDuckGo convida os usuários a testar a nova funcionalidade e fornecer feedback anônimo para melhorias.

Porta-voz do Anonymous Wild Hornets critica enxames de drones

O porta-voz do grupo Anonymous Wild Hornets descreveu os enxames de drones como ‘uma lenda divertida e um mecanismo de fraude’ enquanto defende a importância das impressoras 3D na guerra moderna. A empresa, que fabrica drones na Ucrânia, está expandindo seu uso de impressão 3D para reduzir custos e aumentar a produção. Utilizando impressoras de mesa FDM, como as da Bambu Lab e Elegoo, a Wild Hornets consegue produzir componentes plásticos de drones em grande volume, o que permite uma rápida iteração de design em resposta às táticas do inimigo. Além disso, a fabricação interna abrange também baterias e controladores de voo, diminuindo a dependência de fornecedores externos. Apesar do crescente interesse em inteligência artificial para drones, a empresa alerta que a implementação dessa tecnologia pode aumentar significativamente os custos. O porta-voz também expressou ceticismo sobre a viabilidade dos enxames de drones, afirmando que, por enquanto, eles não representam uma ameaça real. A Wild Hornets, que começou como uma iniciativa voluntária, agora produz cerca de 100 drones por dia e planeja focar em pesquisa e desenvolvimento após o término do conflito.

Microsoft testa recurso de recuperação em nuvem no Windows 11

A Microsoft iniciou testes da funcionalidade Cloud Rebuild, que permite a reinstalação completa do sistema operacional Windows 11 a partir da nuvem, visando dispositivos que enfrentam problemas persistentes ou que se tornaram inoperáveis. Apresentada na conferência Ignite em novembro de 2025, essa ferramenta é uma alternativa ao recurso ‘Reset this PC’, pois baixa a imagem do Windows e os drivers diretamente do Windows Update, garantindo que o dispositivo retorne a um estado funcional sem a necessidade de mídia USB ou de uma imagem personalizada. Para testar o Cloud Rebuild, os usuários devem instalar a versão Insider Preview Build 26300.8772 e seguir um processo de recuperação no Ambiente de Recuperação do Windows (WinRE). Além disso, a Microsoft também anunciou o recurso Point-in-Time Restore (PITR), que permite reverter o sistema para um estado anterior saudável em minutos. Essas funcionalidades fazem parte da iniciativa de resiliência do Windows, que visa facilitar a recuperação de dispositivos que não conseguem iniciar corretamente. Outras ferramentas, como o Quick Machine Recovery (QMR), também estão sendo testadas para ajudar administradores a resolver falhas de inicialização sem acesso físico ao dispositivo.

Segurança da Cadeia de Suprimentos de Software O Impacto da IA

A segurança da cadeia de suprimentos de software enfrenta novos desafios com a integração da inteligência artificial (IA) no processo de desenvolvimento. Nos últimos anos, incidentes como SolarWinds e Log4Shell destacaram que os riscos estão mais associados ao que compõe o código do que ao código em si. Com a introdução de ferramentas autônomas e assistentes de codificação baseados em IA, a necessidade de entender a origem e a confiabilidade dos modelos e ferramentas se torna crucial. A validação do código gerado por IA antes de sua implementação é essencial, mas o verdadeiro desafio reside na governança das ferramentas e agentes que produzem esse código. Para lidar com essa nova realidade, as equipes de segurança precisam estender a rastreabilidade para incluir modelos e agentes, além de priorizar vulnerabilidades com base na real possibilidade de exploração. O recente reconhecimento do Gartner sobre a segurança da cadeia de suprimentos de software ressalta a importância de abordar esses riscos de forma sistemática. Um webinar programado para julho de 2026 discutirá como a integração da IA alterou a superfície de ataque e o que um programa de segurança deve incluir para ser eficaz nesta nova era.

A Revolução da Inteligência Artificial na Segurança de Software

O artigo de Morey J. Haber discute a evolução do desenvolvimento de software, destacando a transição do modelo Waterfall para metodologias mais ágeis, como Agile e DevOps, e, mais recentemente, para o que é chamado de Vibe Coding, impulsionado pela inteligência artificial generativa. Essa nova abordagem permite que qualquer pessoa, independentemente de experiência técnica, crie aplicações rapidamente, simplesmente descrevendo suas intenções em linguagem natural. No entanto, essa velocidade de desenvolvimento traz novos desafios de segurança, pois o código gerado pode conter vulnerabilidades e falhas que não eram previstas nas metodologias anteriores. O autor enfatiza que, apesar das vantagens do Vibe Coding, as práticas tradicionais de engenharia de software seguro, como modelagem de ameaças e testes de vulnerabilidade, continuam essenciais. A democratização da criação de software não garante a democratização do julgamento de engenharia necessário para garantir a segurança e a confiabilidade das aplicações. Portanto, as organizações devem estar atentas ao aumento da superfície de risco que essa nova era de desenvolvimento pode trazer.

Como Avaliar Plataformas de SOC com Inteligência Artificial

A avaliação de plataformas de Centro de Operações de Segurança (SOC) que utilizam Inteligência Artificial (IA) pode ser desafiadora, uma vez que diferentes fornecedores apresentam soluções com características semelhantes. Um SOC com IA é uma plataforma onde agentes de IA realizam tarefas essenciais, como detecção, triagem, investigação e resposta, sob supervisão humana. A eficácia de uma plataforma não está apenas em seu nome, mas em sua capacidade de melhorar resultados, como tempo de investigação e volume de falsos positivos. Para garantir a confiabilidade, é crucial que os agentes tenham acesso a um contexto abrangente, que inclui dados de identidade, configuração e comportamento normal. O artigo destaca seis capacidades essenciais a serem testadas durante uma prova de conceito, como a correlação de dados em tempo real e a cobertura de detecção além do SIEM. A plataforma Exaforce é mencionada como um exemplo que atende a essas capacidades, demonstrando resultados significativos, como a redução do tempo de investigação em 95%. A luta entre IA e IA continua, e a confiança nas decisões automatizadas depende da qualidade dos dados utilizados pelos agentes.

Alibaba proíbe uso do Claude Code em meio à disputa de IA EUA-China

A Alibaba anunciou a proibição do uso do Claude Code por seus funcionários, a partir de 10 de julho de 2026, classificando a ferramenta como de alto risco para a segurança organizacional. Essa decisão segue uma tendência observada entre gigantes da tecnologia dos EUA, que também têm banido ferramentas chinesas em suas operações internas. A proibição foi motivada por preocupações de segurança levantadas pela Anthropic, desenvolvedora do Claude Code, que identificou que a ferramenta continha códigos para rastrear usuários na China. Esses códigos incluíam verificações de fusos horários, servidores proxy e características de rede, o que levantou questões sobre privacidade e segurança. A Alibaba, por sua vez, incentivou seus funcionários a utilizarem seu assistente de IA interno, o Qoder, como alternativa. A situação é um reflexo das crescentes tensões geopolíticas entre os EUA e a China, onde empresas chinesas estão promovendo ferramentas de IA locais em resposta a essas preocupações. Embora a Alibaba e a Anthropic ainda não tenham comentado publicamente sobre a situação, o incidente destaca a complexidade da segurança cibernética em um ambiente de crescente rivalidade tecnológica.

Como assistir Philo fora dos EUA transmita online com VPN

O artigo da TechRadar apresenta um guia sobre como assistir ao serviço de streaming Philo, que é restrito aos Estados Unidos, a partir de qualquer lugar do mundo utilizando uma VPN. Philo oferece uma vasta biblioteca de filmes, programas de TV e canais ao vivo, sendo uma das melhores plataformas freemium disponíveis nos EUA. Para acessar o conteúdo, os usuários fora dos EUA precisam de um endereço IP americano, o que pode ser conseguido através de serviços de VPN, como o NordVPN, que é recomendado no artigo. O serviço oferece uma versão gratuita e planos pagos que incluem mais de 70 canais de TV ao vivo e armazenamento ilimitado de DVR por até um ano. O artigo também destaca a variedade de conteúdos disponíveis, incluindo filmes clássicos, séries populares e programação de estilo de vida. Além disso, menciona que a plataforma é geograficamente restrita devido a acordos de licenciamento, o que torna o uso de VPN uma solução viável para desbloquear o acesso ao serviço. O guia é útil para quem deseja manter o acesso ao Philo enquanto viaja ou reside fora dos EUA.

Transmissões da Copa do Mundo congelam por causa de bloqueadores de anúncios

O uso de VPNs com bloqueadores de anúncios pode causar problemas durante transmissões ao vivo, como as da Copa do Mundo de 2026. Esses bloqueadores, ao detectarem anúncios, podem interromper a transmissão inteira, pois muitos serviços de streaming utilizam inserções de anúncios do lado do servidor (SSAI), que são entregues a partir do mesmo servidor que o conteúdo. Isso significa que o bloqueador não consegue diferenciar entre o anúncio e o conteúdo da transmissão, resultando em travamentos ou telas pretas. Para evitar esses problemas, os usuários devem desativar o bloqueador de anúncios em suas VPNs ao acessar serviços de streaming que dependem de anúncios, como o ITVX. Alternativamente, é possível usar ferramentas como o R.O.B.E.R.T da Windscribe, que permite criar regras de whitelist para manter o bloqueador ativo enquanto assiste. O artigo também recomenda o Norton VPN, que oferece uma garantia de devolução de 60 dias e é eficaz para streaming, permitindo desativar o bloqueador com facilidade.

Flipper Devices continua desenvolvimento do firmware Flipper Zero

A Flipper Devices anunciou que o desenvolvimento do firmware do Flipper Zero continuará, mas com uma equipe interna reduzida e maior dependência de contribuições da comunidade. A decisão surge enquanto a empresa foca na criação de novos dispositivos, como a plataforma aberta Flipper One, que também contará com a colaboração da comunidade para seu desenvolvimento. Além disso, foi lançado o Busy Bar, um dispositivo voltado para ajudar pessoas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) a reduzir distrações, com vendas programadas para julho de 2023 nos EUA, Reino Unido, Europa e Canadá. Embora o firmware do Flipper Zero ainda seja mantido, o desenvolvimento de novas funcionalidades em tempo integral foi encerrado. A versão 1.0 do firmware, lançada em setembro de 2024, foi considerada madura, com um SDK e APIs estáveis. Após críticas da comunidade sobre a aparente paralisação do desenvolvimento, a Flipper Devices implementou um novo modelo de interação, onde solicitações serão avaliadas semanalmente e a comunicação ocorrerá exclusivamente pelo GitHub Discussions. Essa mudança visa dar aos usuários mais poder sobre as futuras atualizações do Flipper Zero, que conta com mais de um milhão de usuários. A empresa também desativou mensagens diretas em redes sociais devido ao volume de comunicação que sua equipe reduzida não consegue gerenciar.

Claude Fable Lançamento decepcionante e restrições severas

O modelo Claude Fable, da Anthropic, foi recentemente disponibilizado para todos os usuários, mas as primeiras impressões são desanimadoras. Apesar de estar acessível a assinantes do plano Max, o uso do modelo é severamente limitado, permitindo apenas 50% do limite semanal de uso. A partir de 7 de julho, o acesso se tornará totalmente baseado em créditos de uso, o que pode restringir ainda mais a utilização. Além disso, usuários relatam que o desempenho do Fable 5 foi ’nerfado’, ou seja, parece mais fraco e frequentemente é redirecionado para versões anteriores, como o Opus 4.8, devido a novas medidas de segurança. Isso afeta negativamente a experiência, especialmente em tarefas de programação que envolvem linguagens como C, C++ e Rust, onde palavras-chave relacionadas à segurança podem acionar bloqueios. Embora a Anthropic não tenha admitido oficialmente a degradação do desempenho, é provável que esteja sendo excessivamente cautelosa com as novas salvaguardas, resultando em uma experiência abaixo do esperado para os usuários. A situação levanta preocupações sobre a eficácia das medidas de segurança implementadas e seu impacto na usabilidade do modelo.

Claude Fable 5 terá acesso restrito após 7 de julho

A Anthropic anunciou que o modelo Claude Fable 5 não estará mais acessível através das assinaturas do Claude após 7 de julho, mas essa mudança não é permanente. A empresa espera que o modelo retorne em breve fora do plano baseado em uso. O Fable 5 foi restaurado recentemente após a liberação de controles de exportação pelo governo dos EUA. Embora esteja disponível globalmente em várias plataformas da Anthropic, o uso do Fable 5 foi restringido devido à alta demanda. A partir da próxima semana, o modelo será cobrado com créditos de uso, o que gerou preocupações entre os usuários regulares do Claude sobre a possibilidade de um custo permanente para acessar o Fable 5. Um engenheiro da Anthropic esclareceu que o Fable deve retornar às assinaturas assim que a capacidade permitir. A empresa também mencionou que a demanda pelo Fable 5 é difícil de prever, levando a uma abordagem mais conservadora na liberação do acesso. Para os usuários que dependem do Fable 5, é importante se preparar para a cobrança por créditos de uso após o prazo estabelecido.

Microsoft corrige falha no Copilot do Outlook para usuários do Windows

A Microsoft anunciou a correção de um problema que fazia com que os botões do Copilot Chat ou Copilot desaparecessem para usuários do Windows com a licença Copilot Chat (Básico) no Outlook Clássico. Segundo um documento de suporte da empresa, os usuários afetados podem não ver os botões do Copilot na navegação lateral e acima da faixa de opções. Além disso, podem enfrentar outros problemas, como a ausência do botão do Copilot na área superior direita e a impossibilidade de abrir o Copilot através da personalização da faixa de opções. A Microsoft recomenda que os usuários afetados reiniciem o cliente de e-mail para aplicar a correção e atualizem para a versão mais recente do Outlook. Para aqueles que não conseguem atualizar, é sugerido reverter para uma versão anterior ou utilizar o novo Outlook ou Outlook Web Access (OWA). A empresa também está investigando um problema que causa falhas inesperadas no Outlook em sistemas com o software Kaspersky Antivirus. Os usuários afetados devem verificar os logs de aplicativos para confirmar a origem do problema e contatar o suporte da Kaspersky se necessário.

Opera lança funcionalidade de proteção contra comandos maliciosos

A Opera lançou uma nova funcionalidade chamada Paste Protect, que visa bloquear ataques do tipo ClickFix, onde usuários são enganados a copiar e executar comandos maliciosos. Essa técnica é frequentemente utilizada por cibercriminosos para induzir vítimas a executar códigos perigosos, geralmente disfarçados como processos de verificação ou instruções de resolução de problemas. O Paste Protect atua antes que comandos prejudiciais sejam copiados para a área de transferência do navegador, utilizando regras de detecção específicas para identificar padrões associados a scripts maliciosos. Quando um conteúdo suspeito é detectado, a operação de cópia é bloqueada e o usuário recebe um alerta visual na barra de endereços do navegador. A funcionalidade é habilitada por padrão e permite que usuários criem listas de permissões para sites confiáveis, facilitando o uso para desenvolvedores que frequentemente copiam scripts de fontes conhecidas. A Opera recomenda que os usuários evitem executar comandos desconhecidos e tratem solicitações suspeitas com cautela. Essa inovação é especialmente relevante em um cenário onde ataques cibernéticos estão em ascensão, destacando a importância de medidas proativas de segurança.

Inteligência de Ameaças Cibernéticas Enriquecimento com Criminal IP

A inteligência de ameaças cibernéticas ganha valor quando os indicadores são enriquecidos com contexto que apoia investigações e decisões. A integração entre Criminal IP e OpenCTI permite que equipes de segurança transformem endereços IP, domínios e URLs em inteligência estruturada dentro do gráfico de conhecimento do OpenCTI. Essa integração enriquece automaticamente os indicadores com dados como pontuação de reputação, inteligência de infraestrutura e análise de phishing.

Um dos destaques é a pontuação de risco contextual, que oferece uma visão mais detalhada do comportamento de um IP, permitindo que analistas priorizem indicadores de alto risco. Além disso, a inteligência de infraestrutura é estruturada em entidades e relacionamentos, facilitando a investigação de componentes compartilhados e a identificação de superfícies de ataque potenciais.

Microsoft corrige funcionalidade de GIF no Windows 11 após falha

A Microsoft anunciou a correção da funcionalidade de GIF no Painel de Emojis do Windows 11, que deixou de funcionar em 30 de junho de 2026, devido ao encerramento do serviço da Tenor, motor de busca de GIFs do Google. A empresa informou que, após essa data, alguns usuários passaram a ver uma mensagem indicando que o ‘serviço de GIF não está disponível’. Para restaurar a funcionalidade, a Microsoft fez uma atualização cumulativa (KB5095093) em 23 de junho, que substituiu a Tenor pelo GIPHY como novo provedor de GIFs. Os usuários do Windows 11 nas versões 24H2, 25H2 e 26H1 podem instalar essa atualização através do Catálogo de Atualizações da Microsoft ou nas Configurações do Windows. A atualização também traz melhorias e correções de bugs, incluindo a funcionalidade de Restauração em Ponto no Tempo. No entanto, a Microsoft ainda está trabalhando para resolver o problema para usuários nas versões 23H2 e Windows Server 2025, sem uma previsão de quando a solução estará disponível. A empresa também abordou outras falhas em atualizações de segurança do Windows Server 2016 e problemas relacionados ao BitLocker. Essa situação destaca a importância de manter o sistema atualizado para garantir a funcionalidade e a segurança.

Microsoft acelera plano de segurança quântica diante de novas ameaças

A Microsoft anunciou que está acelerando seu cronograma de segurança quântica, devido aos avanços na computação quântica que tornam urgente a substituição dos padrões de criptografia atuais. Mark Russinovich, CTO da Microsoft Azure, destacou que a chegada de computadores quânticos relevantes para a criptografia pode ocorrer antes do esperado, exigindo que as organizações comecem a se preparar imediatamente. O objetivo é migrar produtos e serviços críticos para a criptografia pós-quântica (PQC) até 2029, integrando esses requisitos em sua Iniciativa de Futuro Seguro. As áreas de foco incluem a atualização da criptografia de rede com TLS 1.3, a construção de agilidade criptográfica e a transição para algoritmos PQC para proteger cadeias de confiança. A empresa enfatiza a importância da agilidade criptográfica, que permite a troca de algoritmos sem a necessidade de redesenhar sistemas subjacentes. Além disso, a ameaça de adversários que coletam dados criptografados para decifrá-los no futuro, uma técnica conhecida como ‘harvest now, decrypt later’, é uma preocupação crescente. A urgência é reforçada por ações de outras empresas, como Google e Cloudflare, que também estão se preparando para um futuro seguro contra a computação quântica.

Anthropic lança Sonnet 5, modelo mais acessível e eficiente

A Anthropic anunciou o lançamento do Sonnet 5, um modelo de IA que promete ser quase tão eficaz quanto o modelo Opus 4.8, mas a um custo mais acessível. Em um post no blog, a empresa destacou que o Claude Sonnet 5 é ‘o modelo Sonnet mais agentic até agora’, com recursos avançados que incluem a capacidade de planejar e utilizar ferramentas como navegadores e terminais. Essas funcionalidades, anteriormente restritas ao Opus 4.8, agora estão disponíveis no Sonnet 5, que é considerado uma grande atualização para usuários que dependem do Claude para tarefas de codificação, pesquisa e automação. O modelo foi descrito por testadores como ‘muito mais agentic’ que seus antecessores, sendo capaz de verificar sua própria saída sem necessidade de instruções explícitas. O preço inicial do Sonnet 5 será de $2 por milhão de tokens de entrada e $10 por milhão de tokens de saída até 2026, o que representa uma opção mais econômica em comparação ao Opus 4.8. Essa mudança pode impactar significativamente o mercado de IA, especialmente para desenvolvedores que buscam soluções mais acessíveis sem comprometer a qualidade.

Anthropic libera modelos Fable 5 e Mythos 5 após controle de exportação

A Anthropic anunciou que o Departamento de Comércio dos EUA retirou os controles de exportação sobre seus modelos de inteligência artificial mais avançados, Fable 5 e Mythos 5. A partir de quarta-feira, o acesso ao Fable 5 será restaurado, enquanto o Mythos permanecerá restrito a empresas selecionadas. A empresa expressou gratidão aos usuários pela paciência e informou que está implementando um sistema de verificação de identidade (KYC) para alguns casos de uso, o que pode limitar o acesso a usuários que não completarem essa verificação. A Anthropic firmou parceria com a Persona Identities para esse processo, que exigirá a apresentação de um documento de identidade emitido pelo governo e uma selfie ao vivo. A empresa garante que os dados de verificação não serão utilizados para treinar seus modelos, mas apenas para confirmar a identidade dos usuários e atender a obrigações legais. Essa mudança levanta preocupações sobre a acessibilidade e a privacidade dos usuários, especialmente em regiões fora dos EUA.

Anthropic reativa Fable 5 após controle de exportação dos EUA

A Anthropic anunciou a reativação do modelo de inteligência artificial Fable 5 em 1º de julho de 2026, após o Departamento de Comércio dos EUA ter levantado os controles de exportação que restringiam seu uso. Esses controles foram impostos em resposta a um jailbreak que permitiu ao modelo contornar suas regras de segurança, levando a preocupações sobre a segurança da tecnologia. A empresa, que também possui o modelo Mythos 5, implementou um novo filtro de segurança que bloqueia 99% das tentativas de jailbreak, redirecionando solicitações problemáticas para um modelo menos potente. A reativação foi precedida por negociações com o governo, que exigiu que a Anthropic se comprometesse a monitorar problemas de segurança e a relatar usos maliciosos. A situação destaca a crescente tensão entre inovação em IA e a necessidade de segurança, especialmente em um contexto onde modelos chineses estão ganhando espaço. A Anthropic também propôs um sistema de classificação para avaliar a gravidade de jailbreaks, visando melhorar a segurança na indústria. A reativação do Fable 5 e as medidas de segurança implementadas são relevantes para empresas que dependem de tecnologias de IA, especialmente em setores críticos.

Microsoft acelera plano de segurança quântica devido a novas ameaças

A Microsoft anunciou a aceleração de seu roadmap de segurança quântica, destacando que os avanços em computação quântica exigem a substituição dos padrões de criptografia atuais mais cedo do que o esperado. Embora os computadores quânticos de hoje não consigam quebrar a criptografia moderna, pesquisadores alertam sobre ataques do tipo ‘colher agora, decifrar depois’, onde dados criptografados são roubados e armazenados para serem decifrados no futuro. Para mitigar esses riscos, empresas como Apple, Google e Signal já estão integrando a criptografia pós-quântica (PQC) em seus sistemas. A Microsoft planeja migrar produtos e serviços críticos para a PQC até 2029, como parte de seu Programa de Segurança Quântica (QSP). A empresa enfatiza a necessidade de modernizar a infraestrutura das organizações antes de adotar novos algoritmos criptográficos, priorizando a atualização da criptografia de rede, a construção de ‘crypto-agility’ e a modernização das cadeias de confiança criptográficas. A Microsoft ainda não detalhou quais avanços específicos a levaram a acelerar seu plano, mas alerta que a chegada de computadores quânticos relevantes para a criptografia pode ocorrer mais cedo do que se pensava.

Microsoft implementa política para bloquear bots em reuniões do Teams

A Microsoft anunciou uma nova política de administração para o Teams, permitindo que organizadores impeçam bots de terceiros de ingressar em reuniões sem aprovação. Essa funcionalidade, que estará disponível em diversas plataformas, visa aumentar a segurança e o controle sobre a participação de bots, que podem ser utilizados para tarefas automatizadas, como anotações e transcrições. Ao ativar a política, o Teams detecta automaticamente bots suspeitos, colocando-os na sala de espera e solicitando a confirmação do organizador para sua entrada. Mesmo em reuniões onde a entrada direta é permitida, bots identificados ainda precisarão de aprovação. Além disso, a Microsoft planeja implementar controles adicionais, como listas de permissão para bots aprovados e relatórios administrativos sobre a presença de bots. A partir de dezembro, administradores poderão bloquear usuários externos do Teams para evitar abusos por grupos de cibercrime, incluindo ataques de engenharia social. Essas medidas são parte de um esforço contínuo da Microsoft para proteger seus usuários contra ameaças emergentes, como fraudes e ataques de phishing, que têm se intensificado na plataforma.

Kali Linux 2026.2 é lançado com novas ferramentas e melhorias

A nova versão do Kali Linux, 2026.2, já está disponível para download e traz uma série de melhorias e novas ferramentas voltadas para profissionais de cibersegurança e hackers éticos. Entre as novidades, destacam-se a adição de nove novas ferramentas, como arsenal-ng, um repositório de cheat-sheets de cibersegurança, e shell-gpt, uma ferramenta de produtividade baseada em IA. Além disso, houve melhorias significativas na plataforma Kali NetHunter, que agora suporta mais dispositivos Android e inclui novas funcionalidades como suporte para kernels independentes e uma aba EvilTwin para criação de pontos de acesso Wi-Fi falsos.

Os novos desafios de segurança com a IA autônoma

O artigo de Itamar Apelblat, CEO da Token Security, destaca os desafios emergentes de segurança relacionados à adoção da inteligência artificial autônoma (IA). Diferente de serviços tradicionais, os agentes de IA atuam como atores digitais que podem autenticar, receber permissões e executar ações em ambientes de produção, o que levanta questões críticas sobre identidade e controle. A segurança tradicional, que se concentra em identidades humanas, falha em lidar com a complexidade dos agentes de IA, que podem operar de forma autônoma e em grande escala. O texto identifica três problemas principais: a falta de visibilidade sobre esses agentes, o acesso excessivo concedido a eles e a possibilidade de manipulação por atacantes. Para mitigar esses riscos, Apelblat sugere uma governança centrada na identidade, onde cada agente deve ter uma identidade distinta, acesso baseado em contexto e um ciclo de vida definido. A implementação de controles automatizados e a descentralização do controle são essenciais para permitir a inovação sem comprometer a segurança. O artigo conclui que a governança da IA autônoma deve ser uma prioridade imediata para as organizações, especialmente para os líderes de segurança da informação.

Microsoft estende suporte a hotpatching do Windows Server 2022 até 2027

A Microsoft anunciou a extensão do suporte ao hotpatching para o Windows Server 2022 Datacenter: Azure Edition até outubro de 2027, um ano após o término do suporte principal em outubro de 2026. Essa funcionalidade permite que atualizações de segurança sejam aplicadas diretamente no código em memória dos processos em execução, evitando a necessidade de reinicializações após cada instalação. No entanto, é importante ressaltar que atualizações não relacionadas à segurança ainda exigem reinicialização do sistema. O hotpatching, disponível desde fevereiro de 2022, visa aumentar a disponibilidade dos servidores e reduzir interrupções no serviço, permitindo que as organizações mantenham a continuidade operacional enquanto se protegem contra ameaças de segurança. A Microsoft também está testando essa funcionalidade em outras versões, como o Windows Server 2025 e o Windows 11 24H2, com planos de torná-la padrão para dispositivos gerenciados via Microsoft Graph API e Intune a partir de maio de 2026. O suporte estendido é uma boa notícia para empresas que utilizam a edição Datacenter: Azure, pois proporciona mais um ano de atualizações sem a necessidade de reinicializações frequentes.