Phishing

Milhões enganados por telas de bloqueio falsas em navegador

Desde o início de 2026, uma nova onda de fraudes digitais, conhecida como CypherLoc, tem enganado milhões de usuários na internet. Pesquisadores de segurança da Barracuda alertaram que cerca de 2,8 milhões de pessoas foram alvo dessa campanha, que utiliza e-mails de phishing e manipulação psicológica para induzir os usuários a acreditar que seus navegadores estão completamente bloqueados. Ao clicar em links maliciosos ou anexos infectados, as vítimas são redirecionadas para páginas que parecem inofensivas, mas que na verdade são armadilhas. Uma vez ativado, o ataque transforma o navegador em uma ‘prisão digital’, desativando menus e ocultando o cursor, enquanto exibe mensagens alarmantes de segurança. Um número de suporte falso aparece como a única solução, levando os usuários a fornecer informações sensíveis a golpistas que se passam por funcionários de suporte técnico. Para se proteger, os usuários devem ser cautelosos com e-mails desconhecidos, evitar clicar em links suspeitos e instalar softwares antivírus confiáveis. Alertas de segurança legítimos nunca bloqueiam navegadores ou exigem ações imediatas através de janelas pop-up.

FBI alerta sobre plataforma de phishing Kali365 que compromete contas Microsoft 365

O FBI emitiu um alerta sobre a plataforma Kali365, um serviço de phishing-as-a-service (PhaaS) que visa contas Microsoft 365. Essa plataforma, que surgiu em abril de 2026, utiliza a autenticação via código de dispositivo OAuth para roubar tokens de sessão e contornar a autenticação multifator (MFA). Kali365 é distribuída por canais do Telegram e permite que até mesmo atacantes com pouca habilidade comprometam contas sem precisar roubar senhas ou interceptar códigos MFA. O método de phishing por código de dispositivo explora um fluxo legítimo de autorização do OAuth 2.0, permitindo que dispositivos com capacidades limitadas se autentiquem por meio de um código gerado. Os atacantes induzem as vítimas a inserir esse código na página de login da Microsoft, obtendo acesso total às contas após a conclusão da MFA. O FBI recomenda que as empresas restrinjam ou bloqueiem esses fluxos de autenticação e auditem seu uso. A plataforma Kali365 também oferece funcionalidades avançadas, como iscas de phishing geradas por IA e painéis de rastreamento em tempo real. A adoção generalizada desse método de phishing representa uma ameaça crescente, com outros grupos cibernéticos, como EvilTokens e Tycoon2FA, também explorando essa técnica.

Evolução das operações de roubo de criptomoedas Drainer-as-a-Service

Nos últimos anos, as operações de roubo de criptomoedas evoluíram significativamente, passando de páginas de phishing isoladas para uma economia subterrânea estruturada em torno de plataformas conhecidas como ‘Drainer-as-a-Service’ (DaaS). Diferente das operações tradicionais de malware, os draineres utilizam engenharia social para atrair vítimas a sites falsos de criptomoedas, NFTs ou DeFi, onde são induzidas a conectar suas carteiras e aprovar transações maliciosas. Uma análise de dados coletados de fóruns underground revelou que essas operações estão se profissionalizando, com foco em crescimento de afiliados e automação. O modelo DaaS permite que operadores mantenham a infraestrutura de drenagem enquanto afiliados geram tráfego por meio de links de phishing e contas de redes sociais comprometidas. O estudo também destacou a resiliência operacional do Lucifer, um exemplo de DaaS, que se adaptou a banimentos e suspensões de serviços, utilizando descentralização para manter suas operações. A popularidade dos draineres se deve à natureza líquida e rápida das criptomoedas, além da confusão que muitos usuários têm em relação às permissões de carteira, tornando-os alvos fáceis para ataques. Essa situação representa um risco significativo para organizações que lidam com criptomoedas, exigindo atenção especial de equipes de segurança.

Golpe do Imposto de Renda utiliza app falso e IA para enganar usuários

Um aplicativo que imitava o oficial da Receita Federal acumulou mais de 16 mil downloads em lojas não oficiais antes de ser removido. Segundo a INGENI, divisão da Redbelt Security, durante a temporada de Imposto de Renda 2026, foram identificadas 80 páginas falsas, 26 perfis fraudulentos em redes sociais e cerca de 10 aplicativos maliciosos relacionados ao tema fiscal. Wagner Farias, engenheiro de ameaças da INGENI, destaca que o volume de downloads não reflete diretamente o número de vítimas, mas indica a amplitude da campanha. Os criminosos evitam lojas oficiais, como Google Play e App Store, que utilizam inteligência artificial para detectar comportamentos suspeitos. A engenharia social é o principal gatilho do golpe, aproveitando a urgência da entrega da declaração. A inteligência artificial também tem facilitado a criação de aplicativos falsos com alta fidelidade visual. O malware pode atuar como infostealer, roubando credenciais, ou como trojan de acesso remoto, permitindo controle do dispositivo. Para quem caiu no golpe, recomenda-se restaurar o dispositivo e trocar credenciais em outro aparelho. A prevenção envolve desconfiar de domínios que não terminam em gov.br.

Golpistas usam Copa do Mundo 2026 para aplicar fraudes online

Com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando, golpistas estão explorando a empolgação dos torcedores para aplicar fraudes online. Pesquisadores de segurança digital da Malwarebytes identificaram diversas armadilhas, incluindo criptomoedas temáticas falsas, ingressos inexistentes e sites de apostas fraudulentos. O chefe de pesquisa da Malwarebytes, Shahak Shalev, destaca que os criminosos tratam grandes eventos como oportunidades comerciais, utilizando ferramentas de inteligência artificial para criar sites e materiais de phishing convincentes com maior rapidez e menor custo.

FBI alerta sobre perdas de US 388 milhões em golpes com quiosques de cripto

O FBI revelou que os americanos perderam mais de US$ 388 milhões em 2025 devido a fraudes envolvendo quiosques de criptomoedas, também conhecidos como ATMs de Bitcoin. Esses terminais eletrônicos permitem a compra e venda de ativos digitais usando dinheiro ou cartões de débito, mas têm sido explorados por cibercriminosos que instruem as vítimas a depositar dinheiro, que é então transferido para carteiras controladas pelos atacantes. O relatório do FBI indica um aumento de quase 60% nas perdas em comparação ao ano anterior, com mais da metade das reclamações vindo de indivíduos com mais de 50 anos. Os estados de Minnesota, Indiana e Tennessee já baniram esses quiosques, enquanto o FBI recomenda medidas de proteção, como não enviar dinheiro a desconhecidos e verificar a autenticidade de solicitações de pagamento. O relatório de crimes cibernéticos do FBI também destacou que, no total, mais de 1 milhão de reclamações foram registradas, resultando em perdas de quase US$ 21 bilhões em crimes cibernéticos em geral.

Plataforma de phishing compromete 340 organizações do Microsoft 365

Em fevereiro de 2026, uma plataforma de phishing chamada EvilTokens foi lançada, comprometendo mais de 340 organizações que utilizam Microsoft 365 em cinco países em apenas cinco semanas. O ataque, conhecido como consent phishing, ocorre quando os usuários são induzidos a inserir um código em um site legítimo, acreditando que estão completando um desafio de autenticação multifatorial (MFA). Na verdade, eles entregam um token de atualização válido, que permite acesso a suas caixas de entrada, calendários e contatos, sem que o atacante precise de uma senha ou que um alerta de MFA seja acionado.

Detecção Precoce de Phishing A Chave para a Segurança Empresarial

O phishing se tornou uma ameaça crescente para as empresas, especialmente devido à sua capacidade de se disfarçar como comunicações legítimas. Um único clique em um e-mail malicioso pode resultar em exposição de identidade, acesso remoto e comprometimento de dados. A detecção precoce de phishing é crucial para mitigar esses riscos, permitindo que as equipes de segurança cibernética (SOCs) respondam rapidamente a incidentes. O uso de sandboxes interativas é uma estratégia eficaz para analisar e validar o comportamento de links suspeitos, revelando a verdadeira natureza das ameaças. Além disso, a contextualização das ameaças permite que as equipes compreendam se um ataque é isolado ou parte de uma campanha mais ampla, facilitando a priorização das respostas. A integração de inteligência de ameaças em ferramentas de segurança existentes é fundamental para detectar e bloquear atividades relacionadas, reduzindo a exposição operacional. Com a crescente sofisticação dos ataques de phishing, é essencial que as empresas adotem essas práticas para proteger suas operações e dados.

Mais de 200 presos em operação da INTERPOL contra cibercrime

Durante a Operação Ramz, a INTERPOL prendeu mais de 200 indivíduos envolvidos em atividades de cibercrime no Oriente Médio e Norte da África. A operação, que abrangeu 13 países, resultou na identificação de 382 suspeitos e na apreensão de 53 servidores utilizados para phishing, malware e fraudes online, afetando pelo menos 3.867 vítimas confirmadas. A INTERPOL destacou que a operação visou neutralizar ameaças de phishing e malware, além de combater fraudes cibernéticas que causam danos significativos à região. Entre as ações realizadas, destaca-se a desarticulação de uma operação de golpe de investimento na Jordânia e o fechamento de uma plataforma de phishing na Argélia. A INTERPOL colaborou com empresas de cibersegurança, como Kaspersky e Group-IB, para rastrear a infraestrutura maliciosa. Esta é a terceira grande operação contra cibercrime realizada pela INTERPOL em 2023, refletindo um aumento na atividade criminosa online e a necessidade de ações coordenadas entre países e setores privados.

Estudo alerta que mais da metade dos americanos será vítima de fraudes em 2025

Um novo estudo da F-Secure revela que mais da metade dos consumidores americanos, cerca de 56%, enfrentará tentativas de fraudes online mensalmente em 2025. A pesquisa, que abrangeu 10.000 consumidores, mostra que 52% dos afetados perderão dinheiro em ataques, com o número de vítimas financeiras mais que dobrando em relação ao ano anterior. Embora a exposição a fraudes não esteja aumentando tão rapidamente, a eficácia dos golpistas em monetizar ataques está crescendo. Os criminosos estão se concentrando em fraudes de maior valor, como golpes de faturas falsas e fraudes de investimento. A inteligência artificial (IA) tem sido um fator significativo, permitindo que os golpistas aprimorem suas táticas de ataque, incluindo a criação de e-mails personalizados e a utilização de vozes sintéticas. Além disso, 69% dos consumidores acreditam que podem identificar fraudes, mas 43% deles acabaram se tornando vítimas. O estudo também destaca a crescente importância das redes sociais como vetor de ataque, com um aumento de oito vezes nas perdas financeiras entre 2020 e 2025. A pesquisa sugere que as empresas de telecomunicações devem assumir um papel ativo na proteção dos consumidores, já que 93% dos entrevistados acreditam que essas empresas devem oferecer medidas de segurança.

Kit de phishing Tycoon2FA agora suporta ataques com código de dispositivo

O kit de phishing Tycoon2FA, que já havia sido interrompido por uma operação internacional de aplicação da lei em março, foi rapidamente reestruturado e voltou a operar em níveis normais. Recentemente, foi identificado em uma campanha que utiliza fluxos de autorização de dispositivo OAuth 2.0 para comprometer contas do Microsoft 365. O ataque de phishing com código de dispositivo envolve o envio de um pedido de autorização de dispositivo ao provedor de serviços, enganando a vítima para que insira um código gerado em uma página de login legítima da Microsoft. Isso permite que o atacante registre um dispositivo malicioso com a conta da vítima, obtendo acesso irrestrito a dados e serviços, como e-mails e armazenamento em nuvem. A Push Security relatou um aumento de 37 vezes nesse tipo de ataque este ano, com suporte de pelo menos dez plataformas de phishing como serviço (PhaaS). O Tycoon2FA também implementou camadas adicionais de ofuscação para dificultar a detecção. Especialistas recomendam desabilitar o fluxo de código de dispositivo OAuth quando não necessário e monitorar logs de autenticação para mitigar esses riscos.

Crimes Cibernéticos no Transporte O Novo Roteiro do Ransomware

O artigo de Ben Wilkens destaca a crescente ameaça de crimes cibernéticos no setor de transporte, onde técnicas de ransomware estão sendo adaptadas para roubar cargas. Em 2025, perdas de aproximadamente US$ 725 milhões foram relatadas devido a crimes de carga na América do Norte, enquanto o FBI registrou perdas de cerca de US$ 21 bilhões em crimes cibernéticos. Os criminosos utilizam e-mails de phishing para obter credenciais e, em vez de implantar ransomware, redirecionam cargas legítimas para locais controlados por eles. Essa abordagem tem se tornado comum, especialmente entre grupos de crime organizado internacionais. A maioria das empresas de transporte, especialmente as de pequeno e médio porte, carece de recursos para implementar medidas de segurança cibernética adequadas, tornando-se alvos fáceis. O artigo também menciona a publicação de um guia pela NMFTA para ajudar as empresas a se protegerem contra esses crimes, destacando a necessidade urgente de uma mudança de paradigma na segurança do setor.

Da phishing ao impacto Por que MSPs devem repensar segurança e recuperação

Os ataques cibernéticos modernos estão cada vez mais sofisticados, visando contornar defesas, interromper operações e atrasar a recuperação após uma violação. Um webinar ao vivo, promovido pela BleepingComputer, abordará a necessidade de as organizações repensarem suas estratégias de segurança e recuperação, especialmente diante da evolução rápida de ameaças como phishing impulsionado por IA, ransomware e comprometimento de e-mails corporativos. Os atacantes utilizam infraestrutura confiável e serviços em nuvem legítimos para acessar ambientes empresariais, tornando a detecção e contenção de incidentes um desafio. O webinar destacará a importância de combinar controles de segurança robustos com estratégias de backup e recuperação, essenciais para a resiliência cibernética moderna. A falta de estratégias de recuperação eficazes pode resultar em longos períodos de inatividade e custos elevados após a identificação de incidentes. Os participantes aprenderão sobre as falhas comuns nas estratégias de segurança e a importância do planejamento de recuperação e backup em SaaS. Essa discussão é crucial para que as organizações não apenas se defendam contra ataques, mas também se recuperem rapidamente.

Signal implementa novas confirmações para combater phishing

O aplicativo Signal introduziu novas confirmações e mensagens de alerta dentro do app para aumentar a segurança contra tentativas de phishing e engenharia social, que podem resultar em fraudes. O objetivo é criar um nível de fricção que permita aos usuários avaliar a segurança de solicitações externas. Recentemente, ataques direcionados a usuários de alto perfil foram relatados, envolvendo alertas falsos de ‘Suporte do Signal’, conforme destacado pelo FBI e autoridades da Alemanha e Países Baixos. Esses incidentes foram atribuídos a hackers patrocinados pelo estado russo, que exploraram a funcionalidade de Dispositivos Vinculados para acessar contas, chats e listas de contatos das vítimas. O ataque convencía as vítimas a escanear códigos QR ou compartilhar códigos de verificação, permitindo que os atacantes vinculassem seus dispositivos às contas-alvo. Para mitigar esses riscos, o Signal agora exibe mensagens como ‘Nome não verificado’ e ‘Sem grupos em comum’ para contatos que iniciam comunicação, além de alertar os usuários sobre a impossibilidade de solicitar códigos de registro ou PINs. As novas funcionalidades visam educar os usuários sobre perfis fraudulentos e reforçar a segurança contra ataques de engenharia social.

70 dos brasileiros já foram vítimas de golpe digital, aponta organização

Um estudo da Global Anti-Scam Alliance (GASA) revela que 70% dos brasileiros foram vítimas de golpes digitais nos últimos 12 meses, com uma média de 252 tentativas de fraude por pessoa. Em resposta a esse cenário alarmante, o governo federal sancionou a Lei 15.397/2026, que tipifica a ‘fraude eletrônica’ no Código Penal, estabelecendo penas de quatro a oito anos para crimes cometidos por meio de redes sociais, e-mails e ligações. A nova legislação também criminaliza o uso de ‘contas laranja’, com pena de até cinco anos. Apesar do endurecimento das penas, especialistas como Renata Salvini, da GASA, alertam que a lei sozinha não resolverá o problema, enfatizando a importância da identificação e especialização das forças de segurança. Os dados mostram que 65% dos golpes começam por ligações telefônicas, enquanto 60% das vítimas relatam perdas financeiras em compras online. O impacto emocional é significativo, com 86% das vítimas relatando estresse elevado. A GASA lançou um site para ajudar os usuários a verificar links suspeitos e acessar orientações de proteção.

Da phishing ao impacto Por que MSPs devem repensar segurança e recuperação

Os ataques cibernéticos modernos evoluíram, combinando técnicas como phishing gerado por IA, comprometimento de e-mails corporativos, ransomware e abuso de SaaS para acessar ambientes empresariais e interromper operações. O webinar ‘Da phishing ao impacto: Por que MSPs devem repensar segurança e recuperação’, promovido pela BleepingComputer, abordará a necessidade de as organizações não se basearem apenas na prevenção, mas também em estratégias de backup e recuperação, que se tornaram essenciais para a resiliência cibernética. Os atacantes estão cada vez mais utilizando infraestruturas confiáveis e plataformas SaaS legítimas para contornar defesas tradicionais, e muitas vezes as organizações têm dificuldade em conter ataques antes que ocorram interrupções operacionais ou perda de dados. O evento discutirá como as equipes de TI e os provedores de serviços gerenciados (MSPs) podem mitigar o impacto de ataques modernos, fortalecendo tanto a postura de segurança quanto a prontidão para recuperação. Serão abordados tópicos como a evolução do phishing impulsionado por IA, a importância de backups de SaaS e a necessidade de um plano de continuidade de negócios (BCDR) como camadas críticas de resiliência cibernética.

Fraude em aplicativos do Google Play engana usuários com dados falsos

Pesquisadores de cibersegurança descobriram 28 aplicativos fraudulentos na Google Play Store que prometiam acesso a históricos de chamadas de qualquer número, mas apenas enganavam os usuários para que se inscrevessem em serviços que forneciam dados falsos. Esses aplicativos, que acumulam mais de 7,3 milhões de downloads, foram identificados pela empresa ESET e visavam principalmente usuários na Índia e na região Ásia-Pacífico. Os aplicativos solicitavam pagamento para desbloquear funcionalidades que, na verdade, não existiam, entregando apenas dados aleatórios gerados. Um dos aplicativos foi publicado sob o nome de um desenvolvedor que imitava uma entidade governamental, aumentando a confiança do usuário. Os pagamentos eram realizados através do sistema oficial da Google Play ou de aplicativos de pagamento de terceiros, como Google Pay e Paytm. Embora os aplicativos tenham sido removidos, usuários que pagaram por assinaturas podem ter direito a reembolsos, mas aqueles que usaram métodos de pagamento de terceiros podem não ter essa opção. Este incidente destaca a vulnerabilidade de plataformas populares a fraudes e a importância de uma vigilância constante por parte dos usuários e das autoridades de segurança.

O lado oculto da segurança cibernética nas empresas

Um recente relatório revela que as operações de segurança cibernética em empresas têm ignorado sistematicamente alertas de baixa severidade, resultando em brechas significativas. A análise de mais de 25 milhões de alertas mostrou que quase 1% dos incidentes confirmados vieram de alertas inicialmente classificados como informativos ou de baixa severidade. Isso se traduz em cerca de 54 ameaças reais por ano que não são investigadas, o que representa um ataque a cada semana. Além disso, a pesquisa destacou que ferramentas de Detecção e Resposta de Endpoint (EDR) frequentemente marcam máquinas como ‘mitigadas’ mesmo quando estão comprometidas, evidenciando a falha na confiança em tais sistemas. O relatório também aponta uma mudança nas táticas de phishing, onde menos de 6% dos e-mails maliciosos continham anexos, utilizando links e plataformas confiáveis como PayPal para enganar os usuários. A análise sugere que a falta de investigação de alertas de baixa severidade impede a melhoria contínua dos sistemas de detecção, criando um ciclo vicioso de vulnerabilidades não abordadas. Para mitigar esses riscos, é essencial que as empresas adotem uma abordagem de investigação abrangente, analisando todos os alertas, independentemente da severidade.

Do phishing ao impacto Por que MSPs devem repensar segurança e recuperação

Os ciberataques estão evoluindo rapidamente, superando as defesas de muitos provedores de serviços gerenciados (MSPs). O phishing se tornou o principal motor do cibercrime moderno, com ataques cada vez mais sofisticados, utilizando iscas geradas por inteligência artificial e plataformas SaaS legítimas para contornar as defesas tradicionais. Em um webinar agendado para 14 de maio de 2026, especialistas da Kaseya discutirão como a combinação de prevenção, detecção e recuperação rápida é essencial para enfrentar essas ameaças. O evento abordará a importância de não tratar segurança e recuperação como silos separados, destacando que muitas organizações falham em planejar a recuperação após um ataque, resultando em interrupções operacionais e perda de dados. O webinar também enfatizará a necessidade de um plano de recuperação de desastres (BCDR) e backups adequados para fortalecer a resiliência cibernética. Os participantes aprenderão como os MSPs líderes estão adaptando suas estratégias para reduzir o tempo de inatividade e melhorar a recuperação após ataques, tornando-se crucial para a proteção de seus clientes.

A parte mais difícil da cibersegurança não é a tecnologia, mas as pessoas

O artigo destaca que a maior parte das violações de segurança começa com um único funcionário que clica em um e-mail malicioso, conhecido como ‘Patient Zero’. Em 2026, os hackers estão utilizando inteligência artificial para criar ataques de phishing que são quase impossíveis de detectar. O conceito de ‘Patient Zero’ se refere ao primeiro dispositivo comprometido por um atacante, que rapidamente se espalha pela rede em busca de dados sensíveis. O texto enfatiza a importância de ter um plano de resposta a incidentes, especialmente nos primeiros minutos após a infecção, que são cruciais para evitar danos maiores. O webinar proposto oferece um aprofundamento técnico sobre como as violações modernas se iniciam e como neutralizá-las rapidamente, abordando temas como o uso de IA em ataques, a janela crítica de cinco minutos após a infecção e a implementação do modelo de segurança ‘Zero Trust’. A proposta é preparar as empresas para que, mesmo diante de um clique em um link malicioso, a situação não resulte em perdas financeiras significativas.

15.500 domínios maliciosos usam rastreadores para fraudes de investimento em IA

Um estudo realizado pela Infoblox e Confiant revelou a existência de aproximadamente 15.500 domínios maliciosos que utilizam técnicas de cloaking para promover fraudes de investimento relacionadas a inteligência artificial (IA) na internet. Essas fraudes se aproveitam de softwares de rastreamento comercial para escalar operações sem a necessidade de construir uma infraestrutura própria. O cloaking permite que o conteúdo prejudicial seja exibido apenas para vítimas específicas, enquanto páginas benignas são mostradas a scanners de segurança. Os golpistas frequentemente promovem plataformas de negociação automatizadas, utilizando termos como ‘Tecnologia de Negociação Inteligente’ e ‘Soluções de Negociação Inteligente’, e recorrem a imagens geradas por deepfake para aumentar a credibilidade das ofertas. Apesar dos esforços de pesquisadores para desativar esses domínios, as operações continuam ativas, com os golpistas rotacionando domínios e reutilizando a mesma infraestrutura. A dificuldade em detectar essas fraudes se deve ao fato de que o conteúdo malicioso só é revelado sob condições específicas, o que torna os sistemas de proteção tradicionais ineficazes.

Campanha de phishing ataca credenciais do ManageWP via Google

Uma nova campanha de phishing está direcionando usuários do ManageWP, plataforma da GoDaddy para gerenciamento de sites WordPress, através de resultados patrocinados no Google. Os atacantes utilizam uma abordagem de adversário no meio (AiTM), onde uma página de login falsa atua como um proxy em tempo real entre a vítima e o serviço legítimo do ManageWP. Essa técnica permite que os criminosos capturem credenciais e, em seguida, solicitem o código de autenticação de dois fatores (2FA) para acessar as contas. Pesquisadores da Guardio Labs alertam que o resultado malicioso aparece acima do legítimo na busca por ‘managewp’, enganando usuários que confiam no Google para acessar o serviço. A campanha já afetou 200 vítimas únicas, e os pesquisadores conseguiram infiltrar a infraestrutura de comando e controle dos atacantes, revelando um sistema interativo de phishing. A plataforma ManageWP é amplamente utilizada, com seu plugin ativo em mais de 1 milhão de sites, o que aumenta a gravidade da ameaça. Os pesquisadores também encontraram um acordo em russo no código, indicando que a operação pode ser parte de uma estrutura de phishing privada.

Estudo do LinkedIn revela riscos para jovens em busca de emprego

Um estudo recente do LinkedIn destaca que os jovens em busca de emprego, especialmente da geração Z, estão cada vez mais vulneráveis a fraudes de emprego. Apesar de uma crescente conscientização sobre os sinais de golpes, cerca de 32% dos jovens admitiram ignorar esses alertas devido à escassez de oportunidades de trabalho. O estudo revela que 40% dos trabalhadores da geração Z já caíram em fraudes, em comparação com 27% da geração X. A pressão para conseguir um emprego faz com que muitos não questionem chamadas de recrutadores desconhecidos ou decisões apressadas. Os golpistas estão se afastando de plataformas confiáveis e direcionando os candidatos para aplicativos de mensagens pessoais, com 90% das tentativas de golpe seguindo essa tendência. O LinkedIn recomenda que os candidatos avaliem cuidadosamente qualquer processo que pareça apressado ou vago e que desconfiem de recrutadores que tentem mover a conversa para fora da plataforma. A empresa está comprometida em bloquear contas falsas e mensagens fraudulentas antes que cheguem aos usuários, além de promover ferramentas de verificação para aumentar a segurança na plataforma.

Campanhas de phishing se tornam mais sofisticadas, alerta a Microsoft

A Microsoft emitiu um alerta sobre uma campanha de phishing em larga escala que afetou mais de 35.000 usuários em 13.000 empresas, principalmente nos Estados Unidos. Entre 14 e 16 de abril de 2026, a campanha se espalhou por 26 países, com 92% dos e-mails direcionados a organizações americanas, especialmente nos setores de saúde (19%) e serviços financeiros (18%). Os e-mails, que utilizavam templates HTML refinados e mensagens de urgência, foram projetados para parecer comunicações internas legítimas, aumentando a probabilidade de que os destinatários caíssem na armadilha. Os atacantes usaram identidades falsas e alegações de conformidade para pressionar os usuários a agir rapidamente. Além disso, os e-mails continham links que redirecionavam os usuários para páginas maliciosas após a abertura de PDFs, passando por CAPTCHAs para criar uma falsa sensação de segurança. O objetivo final era coletar credenciais do Microsoft em tempo real, contornando a autenticação multifator (MFA). Essa campanha destaca a evolução das táticas de phishing, exigindo que as empresas adotem medidas de segurança mais robustas para proteger suas informações.

Campanha de roubo de credenciais atinge 35 mil usuários em 26 países

A Microsoft revelou uma campanha de roubo de credenciais em larga escala que utilizou iscas relacionadas a códigos de conduta e serviços de e-mail legítimos para direcionar usuários a domínios controlados por atacantes. Observada entre 14 e 16 de abril de 2026, a campanha afetou mais de 35 mil usuários em mais de 13 mil organizações em 26 países, com 92% dos alvos localizados nos EUA. Os e-mails de phishing, que visavam principalmente os setores de saúde (19%), serviços financeiros (18%) e tecnologia (11%), apresentavam templates HTML sofisticados que aumentavam sua credibilidade. As mensagens criavam um senso de urgência, solicitando ações imediatas sob a alegação de revisões de conduta interna. Os atacantes usaram serviços de entrega de e-mail legítimos e incluíram anexos PDF que levavam a um fluxo de coleta de credenciais. A campanha utilizou táticas de phishing adversário no meio (AiTM) para contornar autenticações multifatoriais (MFA). Além disso, a análise da Microsoft indicou um aumento significativo em ataques de phishing via QR code e uma evolução rápida em phishing com CAPTCHA. Com 8,3 bilhões de ameaças de phishing detectadas entre janeiro e março de 2026, a situação exige atenção redobrada das organizações.

Abuso do Amazon SES para Envio de E-mails de Phishing Aumenta

O Amazon Simple Email Service (SES) está sendo cada vez mais utilizado para enviar e-mails de phishing que conseguem contornar filtros de segurança convencionais. Pesquisadores da Kaspersky identificaram um aumento significativo nesses ataques, que podem estar relacionados à exposição de chaves de acesso do AWS Identity and Access Management em repositórios públicos, como GitHub e arquivos .ENV. Os atacantes utilizam o Amazon SES, um recurso legítimo e confiável, para enviar e-mails maliciosos que passam por verificações de autenticação, como SPF, DKIM e DMARC. Os e-mails de phishing frequentemente imitam serviços reais, como notificações de assinatura de documentos, e podem incluir faturas falsas para enganar departamentos financeiros. A Kaspersky recomenda que as empresas restrinjam permissões de IAM, habilitem autenticação multifator e apliquem controles de acesso baseados em IP. A Amazon também se manifestou, sugerindo que qualquer atividade abusiva seja reportada ao AWS Trust & Safety. Este cenário representa um risco crescente, especialmente para organizações que utilizam serviços da AWS, exigindo atenção redobrada na gestão de credenciais e segurança de e-mail.

Campanha de phishing ativa usa software legítimo para acesso remoto

Uma campanha de phishing ativa, chamada VENOMOUS#HELPER, tem impactado mais de 80 organizações, principalmente nos EUA, desde abril de 2025. Os atacantes utilizam softwares legítimos de Monitoramento e Gerenciamento Remoto (RMM), como SimpleHelp e ScreenConnect, para estabelecer acesso remoto persistente a sistemas comprometidos. A campanha começa com um e-mail que se faz passar pela Administração da Seguridade Social dos EUA, solicitando que a vítima verifique seu endereço de e-mail e baixe um suposto extrato. O link contido no e-mail leva a um site legítimo, mas comprometido, que hospeda um executável malicioso. Ao abrir o arquivo, o malware se instala como um serviço do Windows, garantindo persistência e acesso elevado ao sistema. Essa abordagem permite que os atacantes realizem operações silenciosas, como injetar teclas e acessar recursos do usuário. Além disso, a instalação do ScreenConnect oferece um canal de comunicação alternativo, caso o SimpleHelp seja detectado. A utilização de ferramentas legítimas dificulta a detecção por antivírus, deixando as organizações vulneráveis a ataques futuros.

30 mil contas do Facebook são hackeadas por campanha de phishing

Uma nova campanha de phishing comprometeu cerca de 30 mil contas do Facebook, utilizando o Google AppSheet como fachada. O pesquisador de cibersegurança Shaked Chen, da Guard.io, revelou que os atacantes enviaram e-mails fraudulentos que se disfarçam como mensagens da Central de Ajuda da Meta. Esses e-mails alertam os usuários sobre a possível exclusão de suas contas, caso não verifiquem sua identidade através de um link malicioso. Ao clicar, as vítimas são direcionadas a uma página falsa que coleta suas credenciais. Os hackers, associados a um grupo do Vietnã, comercializam as contas roubadas em canais do Telegram, afetando principalmente usuários no Brasil, México, EUA, Itália, Canadá, Índia e Reino Unido. Para proteger suas contas, os especialistas recomendam a implementação de medidas de segurança adicionais, como a verificação em duas etapas.

Evolução dos ciberataques e a necessidade de reavaliar estratégias de segurança

Os ciberataques estão se desenvolvendo mais rapidamente do que a maioria dos provedores de serviços gerenciados (MSPs) consegue acompanhar, com o phishing se tornando o principal ponto de entrada para muitas violações. Os atacantes estão utilizando inteligência artificial para criar campanhas de phishing altamente personalizadas, o que dificulta a detecção e bloqueio dessas ameaças antes que o acesso seja concedido. Após a violação inicial, as organizações enfrentam desafios significativos, como perda de dados, tempo de inatividade e recuperação. Um webinar, programado para o dia 14 de maio de 2026, às 14h (horário de Brasília), reunirá especialistas da BleepingComputer e da Kaseya para discutir como os ataques modernos se desenrolam e a importância de os MSPs repensarem suas estratégias de segurança e recuperação. O evento abordará a necessidade de integrar a segurança e o backup, destacando que a recuperação é tão crucial quanto a prevenção. Os participantes aprenderão sobre a evolução dos ataques, como os atacantes utilizam infraestruturas confiáveis e plataformas SaaS para contornar defesas, e a importância de um plano de continuidade de negócios e recuperação de desastres (BCDR) para garantir a resiliência cibernética das organizações.

Ataques de phishing são impulsionados por IA, alerta relatório

Um novo relatório da KnowBe4 revela que 86% dos ataques de phishing são agora gerados por inteligência artificial (IA), tornando-os mais sofisticados e difíceis de detectar. O estudo aponta um aumento significativo na automação dos ataques, com um crescimento de 49% em convites de calendário e 41% em ataques no Microsoft Teams nos últimos seis meses. A IA permite que os cibercriminosos criem mensagens de phishing personalizadas e realistas, aumentando a eficiência dos ataques em até sete vezes em comparação com métodos manuais. Além disso, a utilização de deepfakes, tanto em áudio quanto em vídeo, está se tornando uma preocupação crescente, com 30% dos ataques envolvendo a impersonação de funcionários internos, como gerentes. O relatório destaca que a engenharia social está se tornando mais direcionada, dificultando a distinção entre comunicações legítimas e maliciosas. A KnowBe4 também menciona a ascensão do phishing como serviço, que democratiza o acesso a essas técnicas, permitindo que até mesmo indivíduos sem conhecimento técnico realizem ataques. Para mitigar esses riscos, é essencial que as organizações adotem uma abordagem holística, utilizando análises comportamentais profundas e inteligência de ameaças em tempo real, além de treinar seus funcionários para reconhecer e evitar ataques de phishing.

Fraude em larga escala utiliza Telegram para golpes e malware

Pesquisadores de cibersegurança descobriram uma operação de fraude em larga escala que utiliza o recurso de Mini Apps do Telegram para realizar golpes relacionados a criptomoedas, imitar marcas conhecidas e distribuir malware para Android. Segundo um relatório da CTM360, a plataforma, chamada FEMITBOT, utiliza respostas de API para criar experiências convincentes dentro do aplicativo de mensagens. Os golpistas imitam marcas renomadas como Apple, Coca-Cola e Disney, aumentando a credibilidade das suas fraudes. Ao interagir com bots do Telegram, os usuários são levados a Mini Apps que exibem páginas de phishing, mostrando saldos falsos e ofertas limitadas para induzir a depósitos. Além disso, alguns Mini Apps tentam distribuir malware disfarçado de aplicativos legítimos. Os pesquisadores alertam que os usuários devem ter cautela ao interagir com bots que promovem investimentos em criptomoedas ou solicitam downloads de aplicativos, especialmente fora da Google Play Store. A operação é considerada uma ameaça significativa, com um potencial impacto na segurança dos usuários e na conformidade com a LGPD.

Novo ataque ConsentFix v3 automatiza phishing no Microsoft Azure

Um novo tipo de ataque, denominado ConsentFix v3, está circulando em fóruns de hackers como uma técnica aprimorada que automatiza ataques contra o Microsoft Azure. A versão original foi apresentada pela Push Security em dezembro passado, como uma variação do ClickFix, focada em ataques de phishing via OAuth. O ConsentFix v3 mantém a ideia central de abusar do fluxo de autorização OAuth2, mas agora incorpora automação e escalabilidade. O ataque começa com a verificação da presença do Azure no ambiente alvo, seguido pela coleta de dados de funcionários para facilitar a impersonificação. Os atacantes criam várias contas em serviços como Outlook e Cloudflare para suportar operações de phishing e exfiltração de dados. Uma plataforma chamada Pipedream desempenha um papel crucial, atuando como um endpoint de webhook que recebe o código de autorização da vítima e automatiza a troca por tokens de acesso. O fluxo de ataque é finalizado com uma página de phishing que imita a interface do Microsoft/Azure, enganando a vítima a interagir com um URL localhost. Os tokens obtidos permitem que os atacantes acessem recursos da conta comprometida. Apesar de o ConsentFix v3 ainda não ter sido amplamente adotado, as implicações de segurança são significativas, especialmente para organizações que utilizam serviços da Microsoft.

Operação vietnamita usa Google AppSheet para phishing de contas do Facebook

Uma nova operação ligada ao Vietnã foi descoberta utilizando o Google AppSheet como um “relé de phishing” para distribuir e-mails fraudulentos com o objetivo de comprometer contas do Facebook. Nomeada de AccountDumpling pela Guardio, a campanha resultou no roubo de aproximadamente 30.000 contas, que são revendidas em um mercado ilícito operado pelos criminosos. Os ataques começam com e-mails direcionados a proprietários de contas comerciais do Facebook, se passando por suporte da Meta e criando um senso de urgência para que os usuários cliquem em links que levam a páginas falsas para coleta de credenciais. Os pesquisadores identificaram várias táticas, incluindo páginas de ajuda falsas, iscas de avaliação de contas e ofertas de emprego fraudulentas, todas projetadas para induzir pânico relacionado à Meta. Os dados coletados são enviados para canais do Telegram controlados pelos atacantes. A operação é considerada uma grande estrutura criminosa, com evidências apontando para um autor vietnamita, e destaca a crescente sofisticação das táticas de phishing. Este incidente é um alerta para a segurança cibernética, especialmente para empresas que utilizam plataformas populares como o Facebook.

Hackers abusam de plataformas de e-mail confiáveis como Gmail

Hackers estão explorando plataformas de e-mail confiáveis, como o Gmail, como uma das formas mais fáceis de contornar a segurança. Um relatório da VIPRE Security Group revela que 46% de todo o spam global é comercial, com 33% vindo de contas comprometidas e 32% de serviços de e-mail gratuitos. Esses ataques não apenas geram incômodo, mas também causam fadiga nos usuários, aumentando a probabilidade de que eles cliquem em links maliciosos. Os atacantes utilizam técnicas sofisticadas, como linhas de assunto enganosas e promoções urgentes, para manipular as emoções dos destinatários. Além disso, a maioria dos links de phishing analisados estava disfarçada de URLs legítimas, dificultando a detecção. A situação é agravada pela falta de incentivo das plataformas de e-mail para filtrar spam comercial, uma vez que isso pode impactar suas métricas de engajamento. Para mitigar esses riscos, as organizações precisam reforçar suas defesas de e-mail e repensar como a confiança é estabelecida em todos os canais de comunicação.

Novo kit de phishing Bluekit usa IA para ataques mais sofisticados

O Bluekit é um novo kit de phishing que oferece mais de 40 modelos voltados para serviços populares, incluindo e-mails e plataformas de criptomoedas. O diferencial do Bluekit é a presença de um painel de Assistente de IA que utiliza modelos como Llama, GPT-4.1, Claude, Gemini e DeepSeek para ajudar os cibercriminosos a elaborar rascunhos de campanhas de phishing. Apesar de estar em uma fase inicial, a análise da empresa de cibersegurança Varonis revelou que os rascunhos gerados ainda contêm conteúdo genérico e precisam de ajustes antes de serem utilizados. Além da funcionalidade de IA, o Bluekit integra a compra e registro de domínios, configuração de páginas de phishing e gerenciamento de campanhas em uma única interface, permitindo que os operadores tenham controle granular sobre o comportamento das páginas de phishing. Os dados roubados são exfiltrados via Telegram, e a plataforma permite monitorar as sessões das vítimas em tempo real, o que ajuda a refinar os ataques. O Bluekit representa uma evolução nas ferramentas de phishing, tornando-as mais acessíveis e eficientes para cibercriminosos de menor escalão, e está em desenvolvimento ativo, o que pode levar a uma adoção crescente.

Não envie SMS para confirmar que é humano conheça o golpe do CAPTCHA falso

Um novo golpe de cibersegurança, conhecido como CAPTCHA falso, tem enganado usuários ao solicitar o envio de mensagens SMS para números internacionais. Identificado por pesquisadores da Infoblox, esse esquema malicioso está ativo desde junho de 2020 e utiliza engenharia social para induzir as vítimas a enviarem mensagens de texto, resultando em cobranças que podem chegar a R$ 150. O golpe opera através de sites fraudulentos que exibem mensagens pedindo para que o usuário confirme que é humano, levando-o a enviar SMS para múltiplos números. A natureza desse golpe dificulta sua denúncia, uma vez que as cobranças podem demorar semanas para aparecer nas contas telefônicas das vítimas. Além disso, as operadoras de telecomunicações também são impactadas, pois precisam dividir os lucros com os golpistas e lidar com estornos. A Infoblox alerta que nenhum CAPTCHA legítimo exige o envio de mensagens SMS, recomendando que os usuários não respondam a tais solicitações.

FBI alerta sobre aumento de roubo de carga cibernético nos EUA e Canadá

O FBI alertou a indústria de transporte e logística sobre um aumento acentuado nos roubos de carga habilitados por ciberataques, com perdas estimadas em quase US$ 725 milhões até 2025, representando um aumento de 60% em relação ao ano anterior. O número de incidentes confirmados de roubo de carga cresceu 18% no último ano, enquanto o valor médio por roubo subiu 36%, alcançando US$ 273.990. Os criminosos têm utilizado táticas de hacking e de falsificação para sequestrar cargas de alto valor, infiltrando-se nos sistemas de corretores e transportadoras por meio de e-mails falsos e links fraudulentos. Uma vez dentro, eles publicam listagens fraudulentas em plataformas digitais, enganando transportadoras legítimas e desviando remessas. O FBI recomenda que as empresas verifiquem todos os pedidos de remessa por canais secundários e implementem autenticação multifatorial. Além disso, as vítimas devem registrar queixas no Internet Crime Complaint Center (IC3) e na polícia local. O relatório de crimes cibernéticos de 2025 do FBI revelou mais de 1 milhão de queixas, totalizando quase US$ 21 bilhões em perdas relacionadas a crimes cibernéticos.

Novas táticas de cibersegurança e incidentes alarmantes

A semana trouxe à tona diversas táticas de cibersegurança preocupantes. Autoridades canadenses prenderam três homens por operar um dispositivo SMS blaster, que simula torres de celular para enviar mensagens de phishing a usuários, coletando informações pessoais. Além disso, um ataque à cadeia de suprimentos foi identificado, onde um pacote npm falso, que se passava por TanStack, exfiltrava variáveis de ambiente dos desenvolvedores durante a instalação. Outro ponto alarmante é a venda legal de dados de usuários por extensões de navegador, com 80 extensões coletando e revendendo informações de 6,5 milhões de usuários. A análise também revelou a exposição de 1,8 milhões de servidores RDP e 1,6 milhões de servidores VNC na internet, muitos dos quais estão vulneráveis a ataques. A situação é crítica, com a necessidade de ações imediatas para mitigar riscos e proteger dados sensíveis.

Criminosos exploram show da Shakira no Rio para aplicar golpes

O show da cantora Shakira, programado para o dia 2 de maio na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, está atraindo não apenas fãs, mas também cibercriminosos que estão aproveitando a ocasião para aplicar golpes. Segundo a ESET, empresa de cibersegurança, um aumento significativo de domínios falsos imitando sites legítimos de companhias aéreas e plataformas de hospedagem foi registrado nas últimas semanas. Esses sites fraudulentos são criados com técnicas de typosquatting, onde os golpistas alteram levemente o nome do domínio, tornando-o quase idêntico ao original. Além disso, ferramentas automatizadas como o Telekopye permitem que esses criminosos reproduzam sites com alta fidelidade, facilitando a enganação dos usuários. As fraudes são promovidas em anúncios nas redes sociais e buscadores, o que aumenta sua visibilidade. Tentativas de phishing também estão em alta, com e-mails que imitam comunicações de reservas, incentivando as vítimas a clicarem em links maliciosos. A ESET alerta que a pressa na compra de passagens ou reservas pode levar a erros, e recomenda que os usuários verifiquem cuidadosamente os endereços dos sites e evitem clicar em links suspeitos.

Plataforma Robinhood sofre ataque de phishing em e-mails legítimos

A plataforma de negociação online Robinhood foi alvo de um ataque de phishing que explorou uma falha em seu processo de criação de contas. A partir da noite de domingo, clientes começaram a receber e-mails falsificados, aparentemente legítimos, informando sobre logins recentes e dispositivos não reconhecidos associados às suas contas. Os e-mails, que pareciam vir do endereço oficial noreply@robinhood.com, continham mensagens que alertavam sobre atividades suspeitas e direcionavam os usuários a um site de phishing. Os atacantes conseguiram injetar HTML malicioso nos e-mails de confirmação de conta, aproveitando uma vulnerabilidade no processo de onboarding da Robinhood. O site de phishing, que já está fora do ar, tinha como objetivo roubar credenciais dos usuários. A Robinhood confirmou o incidente e afirmou que não houve violação de seus sistemas, mas que a falha foi corrigida removendo o campo que permitia a injeção de HTML. A empresa aconselha os usuários a deletarem os e-mails e não clicarem em links suspeitos.

Golpe do CPF irregular aumenta durante a declaração do Imposto de Renda

O golpe do CPF irregular tem se intensificado com a abertura da Declaração do Imposto de Renda 2026, conforme levantamento da ESET, empresa de cibersegurança. Golpistas têm criado domínios falsos que imitam avisos da Receita Federal, enviando mensagens por e-mail, SMS, WhatsApp e redes sociais. Essas mensagens alertam sobre supostas irregularidades no CPF do usuário, levando-o a acessar um site falso que simula o Portal Oficial de Serviços ao Cidadão. Ao inserir o CPF, a vítima recebe um alerta de ‘alto risco fiscal’ e é pressionada a regularizar a situação rapidamente, sob a ameaça de multas. O site utiliza dados pessoais, possivelmente obtidos de vazamentos anteriores, para aumentar a credibilidade do golpe. Especialistas recomendam que os usuários acessem os serviços da Receita Federal apenas por canais oficiais e desconfiem de links recebidos por mensagem. A situação é preocupante, pois combina engenharia social com dados legítimos, tornando o golpe ainda mais convincente.

Autoridades canadenses prendem trio por envio de SMS fraudulentos

As autoridades canadenses prenderam três homens envolvidos na operação de um dispositivo conhecido como ‘SMS blaster’, que simula uma torre de celular para enviar mensagens de phishing a telefones próximos. Esses dispositivos emitem sinais que imitam torres legítimas, fazendo com que os celulares na área se conectem a eles devido à recepção mais forte. Uma vez conectados, os operadores podem enviar SMS que parecem vir de entidades confiáveis, como bancos ou órgãos governamentais. As mensagens frequentemente contêm links que direcionam os usuários a sites falsos, projetados para capturar informações pessoais, como credenciais bancárias. A polícia de Toronto iniciou a investigação, chamada ‘Projeto Lighthouse’, em novembro de 2025, após receber denúncias de atividades suspeitas. Durante a operação do SMS blaster, estima-se que 13 milhões de casos de captura de rede móvel tenham ocorrido. Além do risco de phishing, os dispositivos conectados a essas torres falsas ficam temporariamente desconectados da rede legítima, impossibilitando o acesso a serviços de emergência. As autoridades realizaram buscas e apreenderam vários equipamentos, resultando na prisão de dois suspeitos e na entrega voluntária de um terceiro. Para se proteger contra torres falsas, recomenda-se desativar a retrocompatibilidade com 2G em dispositivos Android, embora essa medida não seja eficaz contra configurações mais avançadas que visam sinalizações LTE/5G.

Aumento de Golpes em Redes Sociais nos EUA Chega a R 2,1 Bilhões

A Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) alertou sobre um aumento alarmante nas perdas financeiras decorrentes de golpes em redes sociais, que ultrapassaram R$ 2,1 bilhões em 2025. Desde 2020, os golpes originados no Facebook se destacam, com todas as faixas etárias, exceto pessoas acima de 80 anos, sendo afetadas. O relatório da FTC revelou que quase um em cada três americanos que perderam dinheiro para golpistas no último ano foram contatados por meio de plataformas sociais. Os golpistas utilizam diversas táticas, como hackeamento de contas e anúncios direcionados, para alcançar suas vítimas. Em resposta, a Meta implementou novas ferramentas de proteção contra fraudes em suas plataformas, incluindo alertas para solicitações de amizade suspeitas e sistemas avançados de detecção de golpes. O FBI também registrou mais de 1 milhão de queixas relacionadas a crimes cibernéticos, totalizando quase R$ 21 bilhões em perdas. Para se proteger, a FTC recomenda limitar quem pode ver suas postagens e pesquisar empresas antes de realizar compras.

Fraude em telecomunicações usa CAPTCHA falso para enganar usuários

Pesquisadores de cibersegurança revelaram uma campanha de fraude em telecomunicações que utiliza truques de verificação CAPTCHA falsos para enganar usuários desavisados a enviar mensagens de texto internacionais, resultando em cobranças em suas contas de celular. De acordo com um relatório da Infoblox, a operação está ativa desde junho de 2020 e envolve engenharia social e sequestro do botão ‘voltar’ em navegadores. A fraude, conhecida como International Revenue Share Fraud (IRSF), utiliza números de telefone registrados em países com altas taxas de terminação e colaborações com provedores locais para maximizar os lucros. Os usuários são redirecionados para páginas falsas que solicitam o envio de SMS para ‘confirmar que são humanos’, resultando em cobranças de até $30 por até 60 mensagens enviadas a 15 números diferentes. A campanha também se aproveita de cookies para rastrear o progresso dos usuários e utiliza técnicas de redirecionamento para manter as vítimas presas em um ciclo de navegação. Essa operação prejudica tanto os indivíduos, que enfrentam cobranças inesperadas, quanto as operadoras de telecomunicações, que arcam com as perdas decorrentes de disputas de clientes.

Golpes online com figurinhas da Copa do Mundo ameaçam fãs

Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, golpistas estão aproveitando a oportunidade para aplicar fraudes online, especialmente relacionadas à venda de figurinhas e álbuns do evento. Um estudo da Kaspersky revelou a existência de pelo menos 20 domínios falsos que imitam a marca da FIFA, oferecendo produtos a preços muito abaixo do mercado. Por exemplo, um site fraudulento anuncia pacotes de figurinhas por R$ 34,90, enquanto o preço oficial é de R$ 70. Esses sites são projetados para parecerem legítimos, com elementos como frete grátis e uma falsa central de atendimento. O pagamento é solicitado via Pix, direcionando os valores para contas laranja em fintechs. Os golpistas utilizam técnicas de engenharia social, explorando a emoção dos fãs e criando um senso de urgência para induzir pagamentos rápidos. Especialistas alertam que a tendência é que esses golpes se tornem ainda mais sofisticados à medida que a Copa se aproxima. Para evitar cair nessas fraudes, recomenda-se visitar apenas canais oficiais da FIFA, evitar links suspeitos e verificar a autenticidade dos domínios.

Grupo de hackers BlackFile realiza ataques de extorsão a empresas

Um novo grupo de hackers, conhecido como BlackFile, tem sido associado a uma série de ataques de roubo de dados e extorsão direcionados a organizações de varejo e hospitalidade desde fevereiro de 2026. O grupo, que também é rastreado como CL-CRI-1116 e UNC6671, utiliza técnicas de engenharia social, como o vishing, para se passar por funcionários de suporte técnico e obter credenciais de funcionários. Os ataques começam com ligações de números falsificados, levando os funcionários a páginas de login falsas onde são solicitadas suas credenciais e códigos de acesso temporários.

Golpes invisíveis com Pix e QR Code como se proteger

O sistema de pagamentos instantâneos Pix, amplamente utilizado no Brasil, tem sido alvo de diversos golpes que exploram a pressa e a confiança dos usuários. Os criminosos utilizam QR codes adulterados, que podem ser colados sobre códigos legítimos em lojas, ou enviam links de pagamento via mensagens, muitas vezes com urgência, para induzir a transferência de valores. A engenharia social é uma tática comum, onde golpistas se passam por conhecidos ou representantes de empresas, criando histórias convincentes para justificar a solicitação de um Pix. Para evitar cair nesses golpes, é fundamental verificar sempre o nome e o CPF ou CNPJ do recebedor, além de confirmar o valor da transação. Caso a vítima caia em um golpe, o Banco Central recomenda que a pessoa entre em contato com o banco imediatamente e registre a ocorrência, pois há mecanismos para tentar recuperar o valor perdido. A conscientização e a cautela são essenciais para garantir a segurança nas transações financeiras digitais.

Espionagem cibernética nacional chinês finge ser pesquisador dos EUA

O Escritório do Inspetor Geral (OIG) da NASA revelou um caso de espionagem cibernética onde um cidadão chinês, Song Wu, se fez passar por pesquisador americano para obter informações sensíveis da agência espacial, além de universidades e empresas privadas. A campanha de spear-phishing, que ocorreu entre janeiro de 2017 e dezembro de 2021, visou dezenas de professores e engenheiros dos EUA, incluindo funcionários da NASA e das Forças Armadas. Song, que trabalhava para a Aviation Industry Corporation of China (AVIC), utilizou táticas de engenharia social para se infiltrar em redes de pesquisa, solicitando software de modelagem usado em design aeroespacial e desenvolvimento de armamentos. O OIG destacou que muitos dos alvos não perceberam que estavam violando leis de controle de exportação ao compartilhar informações com contas falsas gerenciadas por Song. Ele foi indiciado por fraude eletrônica e roubo de identidade, enfrentando até 20 anos de prisão por cada acusação. O FBI incluiu Song na lista dos mais procurados, alertando que o software obtido poderia ter aplicações militares e industriais. O OIG também alertou sobre sinais comuns de fraudes de exportação que podem ajudar a identificar campanhas de phishing.

Chamadas fraudulentas uma nova era de cibercrime organizado

As chamadas fraudulentas se tornaram uma realidade diária para milhões de pessoas em todo o mundo, com vítimas sendo alvo de agentes que se passam por autoridades, representantes de bancos e suporte técnico. Em 2023, cidadãos idosos nos EUA perderam cerca de US$ 3,4 bilhões devido a esse tipo de crime, que também causa danos emocionais significativos. O conceito de ‘Caller-as-a-Service’ representa uma evolução no cibercrime, onde as operações se tornaram altamente organizadas e profissionais, com papéis bem definidos, como desenvolvedores de malware, analistas de dados e, claro, os próprios scam callers. Esses criminosos agora utilizam táticas de recrutamento sofisticadas, buscando candidatos com habilidades específicas, como fluência em inglês e experiência prévia em fraudes. Além disso, os modelos de compensação variam, podendo incluir pagamentos fixos ou baseados em sucesso, refletindo uma estrutura de mercado que se assemelha a empresas legítimas. Essa profissionalização do crime cibernético não apenas aumenta a eficiência das operações, mas também reduz a barreira de entrada para novos criminosos, tornando a fraude mais acessível e impactante.

Golpe massivo com IA invade feeds do Google Discover

Uma nova campanha de fraude digital, chamada Pushpaganda, está utilizando inteligência artificial para enganar usuários do Google Discover, inundando dispositivos com alertas falsos e notificações enganosas. Segundo a equipe de inteligência de ameaças Satori da HUMAN, essa operação é um exemplo de engenharia social em grande escala. Os golpistas criaram 113 domínios e usaram ferramentas de IA para gerar artigos e imagens sensacionalistas que atraem cliques. Uma vez que o usuário acessa um dos sites manipulados, é incentivado a ativar notificações push, que posteriormente enviam alertas ameaçadores sem relação com o site original. Os tipos de notificações incluem avisos falsos de mandados de prisão, depósitos bancários inexistentes e promessas de smartphones com câmeras de 300MP. A campanha, que inicialmente visava usuários na Índia, se espalhou para países como Estados Unidos, Austrália e Reino Unido, gerando cerca de 240 milhões de solicitações de anúncios em uma semana. A Google afirmou que está combatendo a maioria do spam no Discover, mas recomenda que os usuários não ativem notificações de sites desconhecidos e que revisem suas configurações de notificações para bloquear domínios suspeitos.