Educativo

Geração Z é menos propensa a usar antivírus, aponta estudo

Um estudo da Kaspersky revelou que apenas 27% dos jovens da Geração Z utilizam software antivírus em seus dispositivos móveis. Apesar de 57% dessa geração passar mais tempo online do que offline, muitos não adotam práticas básicas de segurança cibernética, como a troca regular de senhas e o backup de dados. A pesquisa, que envolveu 7.200 participantes de 18 países, mostrou que 52% dos entrevistados já sofreram ataques a dispositivos, dados ou contas online. Além disso, apenas 28% realizam backups regulares de informações pessoais armazenadas em seus smartphones. A falta de conscientização sobre os riscos cibernéticos é alarmante, considerando que 17% dos jovens relataram ter contas em redes sociais hackeadas e 12% perderam contas de jogos. Irina Ermilova, vice-presidente da Kaspersky, destacou que a familiaridade com a tecnologia não se traduz em conhecimento de segurança, sugerindo que ferramentas e hábitos de cibersegurança devem ser integrados à vida digital cotidiana. Para abordar essa lacuna, a Kaspersky lançou um jogo interativo chamado ‘Case 404’, que visa educar os jovens sobre ameaças digitais por meio de uma aventura de detetive.

Breach at the Beach Aprenda sobre cibersegurança com Entra ID

O Varonis Threat Labs lançou o ‘Breach at the Beach’, uma experiência de treinamento interativa focada em Entra ID, que simula a exfiltração de dados em ambientes de nuvem. A iniciativa, criada pelos pesquisadores Doron Kapah e Mark Vaitsman, visa proporcionar uma compreensão prática das ameaças modernas que as organizações enfrentam, especialmente com o aumento de identidades não-humanas, como agentes de IA e fluxos de trabalho automatizados. Os jogadores, guiados pelo gato detetive Pixel, devem investigar um ataque e identificar quais dados sensíveis estão em risco. O CTF (Capture the Flag) é gratuito e pode ser acessado online, permitindo que profissionais de segurança aprimorem suas habilidades enquanto ganham créditos de educação continuada (CPE). O jogo enfatiza a importância de reconhecer abusos de funcionalidades legítimas e a necessidade de uma abordagem prática para a detecção de ameaças, especialmente em um cenário onde a IA está cada vez mais presente. Além disso, o evento será apresentado em conferências como Black Hat USA e DEF CON 34, onde os participantes poderão interagir diretamente com os criadores e aprofundar seus conhecimentos sobre cibersegurança.

O que 26,2 milhas me ensinaram sobre trabalho e cibersegurança

O artigo de Stephanie Schneider, analista de inteligência de ameaças cibernéticas, traça paralelos entre a experiência de correr maratonas e trabalhar na área de cibersegurança. Schneider destaca que tanto a corrida quanto a cibersegurança exigem consistência, paciência e foco a longo prazo. Ela compartilha como a pandemia de COVID-19 intensificou a carga de trabalho na cibersegurança, levando a um aumento de ataques como malware e phishing. A autora enfatiza a importância de uma mentalidade resiliente, sugerindo que, assim como na corrida, é crucial dividir grandes objetivos em tarefas menores e gerenciáveis. Além disso, ela ressalta que a preparação contínua e a individualização dos planos são essenciais para o sucesso em ambas as áreas. Schneider conclui que a cibersegurança é uma maratona, não um sprint, e que o aprendizado contínuo e a adaptação são fundamentais para enfrentar os desafios constantes do setor.

Mais de 70 dos pais brasileiros falam sobre cibersegurança com filhos

Uma pesquisa da Norton revelou que 73% dos pais brasileiros conversam frequentemente com seus filhos sobre cibersegurança, refletindo uma crescente preocupação com a segurança digital das crianças. O estudo, parte do Relatório Norton Cyber Safety Insights 2025, destaca que, apesar do acesso precoce à internet, muitos pais ainda não abordaram o tema, com 7% afirmando que pretendem iniciar esse diálogo. A pesquisa também revelou que 28% dos pais acreditam que seus filhos assistem a vídeos online, enquanto 24% pensam que estão nas redes sociais ou jogando. Para garantir uma experiência segura na internet, especialistas recomendam práticas como manter um diálogo aberto sobre as atividades online, limitar o tempo de tela, utilizar controles parentais e verificar aplicativos e sites antes do uso. Além disso, é essencial ensinar as crianças sobre a criação de senhas fortes e a importância da privacidade nas redes sociais. Essas medidas visam proteger as crianças de ameaças digitais, que se tornam cada vez mais comuns com o aumento do uso de dispositivos tecnológicos por jovens.